quinta-feira, 19 de abril de 2018

Visita Técnica Engenharia Civil UNI-BH na Obra de Reconstrução do Pavimento da Avenida Prof. Mário Werneck no Bairro Buritis

Visita Técnica realizada pelos professores do curso de Engenharia Civil da UNI-BH na Obra de Reconstrução do Pavimento da Avenida Prof. Mário Werneck no Bairro Buritis, trecho entre as Ruas Engenheiro Aluísio Rocha e Rua Maria Heilbuth Surette, em frente ao Parque Aggeo Pio Sobrinho. Obra iniciada em 02/04/2018 com previsão de 60 dias. Visita realizada em 18/04/2018 com tutoria do Eng, Civil Henrique Santos (Sudecap).


Professores: Gabriela Camargos
Luiza Coelho Artur Abreu
Braulio Lara

Parte 1:
Introdução pelo Gerente da Divisão de Manutenção de vias Públicas da Sudecap
Contextualização do trecho Problemático
Tipo da Base
Norma Brasileira
Projeto com 80 cm de Roncamento, 5cm Brita, Sub-base de bica corrida 25 cm, base de 25cm e revestimento CBUQ Faixa C de 6 cm


Parte 2:
Problemas encontrados na obra
Atrasos de obra
Ensaios
viga benkelman
Cadastros na Regulação Urbana
Sudecap
Esperas de tubulação
Gasmig
Copasa
Chamamento Público para Concessionárias
Projeto do Adensamento Urbano


Parte 3:
Transtornos
Desvio na Rua Tereza Mota Valadares
Acesso do Anel Rodoviário carrega tráfego na Mário Werneck
Funções das Vias
Mudanças dos perfis de urbanização
Aplicativos direcionando tráfegodirecionando tráfego


Parte 4:
Complexidade da intervenção.
Inundações no Parque Aggeo Pio Sobrinho
Obra anterior na Mário Werneck (Paragem)
Mais projetos no Buritis
Tapa Buraco
Decisões na Engenharia
Sobre a Tereza Mota Valadares Tereza Mota Valadares

Parte 5:
Orçamentação da obra
Medição de obra
Ensaios
Dúvidas estudantes
Prazo de obra
Encerramento




Ações da Associação do Bairro Buritis:
Em 11/07/2016 o contexto do local foi documentado.
Vejam os vídeos:
https://youtu.be/y1XeLikk0TM publidado pelo Jornal DaquiBH
Vice-presidente da ABB entregando cobranças ao Prefeito: https://youtu.be/qOEDfNUtTDI
O Prefeito redirecionou para a Secretária Regional da Oeste: https://youtu.be/WLceL8fSdAU
A Secretária redireciou ao Gerente de Manutenção. https://youtu.be/2ESTNm4WCRI
O Jornal DaquiBH fez uma matéria falando do orçamento da obra: http://www.daquibh.com.br/sudecap-asfalto-buritis-valor/

domingo, 25 de março de 2018

Carta aberta aos Vereadores de Belo Horizonte


Nós do bairro Buritis sempre fomos muito atuantes em prol da nossa comunidade, da nossa sociedade, em prol de Belo Horizonte, apesar de todas as dificuldades de um bairro sempre preterido entre prioridades do poder público. Um bairro que tem uma população de mais de 30 mil habitantes que não teve e não tem investimentos proporcionais ao seu crescimento.
Ficamos muito incomodados com a fala debochada proferida pelo Vereador Elvis Cortes em seção da Câmara de Vereadores no dia 14/03/2018 divulgada com grande repercussão nas redes sociais (https://www.youtube.com/watch?v=SFB2ey32x9U). Entendemos que não importa quantos votos cada um dos eleitos teve em nossa zona eleitoral. TODOS os 41 vereadores de Belo Horizonte são nossos representantes e por isso exigimos o tratamento respeitoso com nossa região.
Em uma população desse tamanho tem pessoas de todo tipo, credo e orientação política. Mas um ponto de convergência é que todos querem um melhor local para se viver. E nós pisamos é no município antes de falar de qualquer política nacional ou estadual. É junto à Prefeitura que teremos o reparo do asfalto, o cobrimento do buraco, a capina dos canteiros, a troca da luz do poste, a melhoria do trânsito, a execução de uma tubulação de saneamento, a fiscalização da lei do silêncio, etc. E qual o principal papel do vereador? Entendemos que é fiscalizar o poder executivo e ser um amplificador das vozes das comunidades, cada vez mais organizadas em associações e redes sociais. Afinal, “intervenções do vereador”, provavelmente são ofícios, prática comum nos gabinetes, que nos ajudam a priorizar reivindicações junto à Prefeitura.
Por outro lado, será que é preciso estar todo dia presente nos corredores da Câmara? Claro que não! A sociedade está atenta a tudo pelas redes sociais. Queremos transparência em toda atividade pública, principalmente custeada pela “vaquinha obrigatória” que pagamos por meio dos impostos. Todo cidadão que se dispõe a exercer uma atividade pública é um funcionário do povo e por isso servir a população sem rotular ninguém é obrigação.
Gostaríamos de enfatizar que como ativistas voluntários, nós, membros da Associação do Bairro Buritis, sempre participamos ativamente da construção das relações de cidadania e de melhorias para a cidade. Atuamos ativamente na 3ª e 4ª Conferência Municipal de Políticas Urbanas, representamos a sociedade civil e associações de moradores no Conselho Municipal de Políticas Urbanas (COMPUR), Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM), Conselho Regional de Transporte e Trânsito (CRTT), além de participar do Conselho de Segurança Pública Regional (CONSEP) entre outros.
Temos muito carinho com nosso bairro. E esse mesmo cuidado gostaríamos que todos os senhores, representantes eleitos, tivessem também, nos ajudando a desenvolver melhorias para nossa comunidade, com transparência e racionalização dos recursose principalmente de forma ética e respeitosa.
Desejamos a todos um bom trabalho e afirmamos que nosso bairro sempre estará aqueles que fazem positivamente a diferença.
Braulio Lara

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Regras para os outros cumprirem - Coluna Jornal Folha Buritis - FEV/2018

Regras para os outros cumprirem


Toda sociedade possui regras para permitir que as pessoas convivam bem entre si. Porém, em muitos casos, as pessoas exigem o cumprimento de regras de um modo geral mas quando a regra se aplica a ela mesma, as coisas são relativizadas e certas transgressões são “auto toleradas”.

Recentemente, tivemos melhorias em dois cruzamentos na Av. Prof. Mário Werneck onde foram instalados semáforos e o retorno na avenida não poderia mais ser feito no meio canteiro central. Para fazer um retorno, o motorista deve fazer uma volta no quarteirão e se posicionar aguardando o sinal abrir. Placas de trânsito sinalizam o novo cenário além de toda a informação que foi divulgada nos veículos de comunicação. Qual o sentido de um morador “acostumado com a rota antiga” não poder cumprir a regra de trânsito? Essa pergunta parece nem fazer sentido mas basta ficar dez minutos observando em uma dessas esquinas e ver infrações de motoristas que se embasam na ausência de fiscais, se salvando da multa, mas colocando outros em risco. Qual a dificuldade de aceitar a mudança que a tantos favorece, mesmo que seu percurso tome um pouco a mais de tempo?

Quando as fortes chuvas chegam, sempre existe o alerta quanto à possibilidade de enchentes e enxurradas que podem trazer prejuízo à população. De quem é a culpa? Muitas vezes o Estado leva sozinho essa responsabilidade. Mas e as pessoas que fumam e jogam a guimba de cigarro no chão? Permitido não é mas em momentos de seca, passam despercebidos. Se esse e outros lixos não forem limpos, certamente vão para a tubulação. Aliás, se uma pessoa for questionada sobre o porque de jogar algo no chão ou pela janela do carro, vai ficar brava talvez pelo constrangimento. Mas existe a regra? Sim existe. Mas já que “não funciona”, por que não fazer uma autofiscalização? Temos que esperar alguém vigiar, enquadrar e em alguns casos até multar? Por que não iniciar essa mudança de postura a partir de nós mesmos.

Temos exemplos mil para citar. No trânsito são inúmeras. Na convivência entre vizinhos existe a chamada Lei do Silêncio. Por que um local que vai ter som seja por shows ao vivo ou por sonorização ambiente já não coloca o volume dentro dos patamares da legislação?

É hora de todos observarem melhor seu papel como cidadão dentro de um contexto maior. Vamos valorizar o próximo. Se algo está mal estabelecido, temos que discutir e melhorar. Mas se existe um pacto, uma regra, vamos fazer nossa parte?

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Lula condenado! E aí?

Como eu quero o meu carnaval - Coluna Jornal Folha Buritis - JAN/2018

Como eu quero o meu carnaval


Se perguntarmos para as pessoas o que elas querem para o carnaval delas, certamente existirão diversos tipos de respostas. Pessoas que aguardam ansiosamente a festa para cair na folia, outras que querem viajar para onde tem mais agito, outros para onde reina o sossego, outros que preferem ficar em casa curtindo seu lar.

Não importa qual seja sua preferência, nossa visão é que vivendo em comunidade devemos sempre reconhecer que o direito de cada um termina quando começa o do outro. E a grande questão é como equilibrar esses limiares. Qual é a dosagem ideal para que toda essa festa popular ocorra da melhor forma para todos?

Nossa Associação do Bairro Buritis acompanha a realização de todos esses eventos e sempre recebe críticas e comentários dos moradores sobre todos os acontecidos. Então temos um histórico que nos permite tentar pelo menos minimizar os impactos e atritos que possam ocorrer durante a realização dos eventos de carnaval, sendo alguns deles, chamados de manifestação espontânea.

Acreditamos na importância do carnaval para o nosso país. Acreditamos que com o crescimento do carnaval de Belo Horizonte muitas pessoas passaram a ter a opção de desfrutar da folia na nossa própria cidade e sem contar no crescimento econômico pelo turismo e entretenimento. Mas uma coisa é a cidade ter eventos grandes. Pode vir a ser do tamanho do carnaval de Salvador. Mas para isso tem que ter estrutura para eventos com grandes aglomerações. E nosso bairro não tem estrutura para isso. É legal o carnaval do Buritis? Mas não é para ser o point de Belo Horizonte, ficar famoso e cada vez mais gigante.

Nosso bairro tem estrutura para realizar um carnaval doméstico, de moradores, que querem em um ambiente local organizar seus blocos e eventos. Mas que estrutura é essa? A Prefeitura, por meio da Belotur, teoricamente monta essa estrutura. Mas isso não acontece na prática. O que vemos é desarticulação, falta de contingente, leis sendo infligidas sem a devida fiscalização e punição, e o pior, cidadãos cerceados do seu direito de ir e vir, do direito ao sossego em seus lares, do direito a segurança e de ter seu patrimônio preservado.

Calma! Relaxa que é festa! É carnaval! Vamos nos divertir! Tudo bem, mas depois da festa, quem vai ajudar a lavar a minha calçada cheia de urina? Quem vai me ajudar a pagar o conserto do meu carro que foi danificado estacionado na rua por não ter podido entrar na garagem do prédio? Quem vai custear as mudas de plantas que foram arrancadas no jardim? Quem vai cuidar do filho que foi para o hospital por causa de uma garrafa de cerveja lançada na multidão em direção de um aleatoriamente? Quem vai repor a noite de sono perdida porque depois que a festa oficial acabou e os organizadores foram embora, apareceram vários carros de som, vendedores ambulantes e baderneiros que fizeram a festa depois da festa, sem nenhum tipo de controle? A culpa é de quem? Filho feio não tem pai já diz o ditado.

Por essas e outras perguntas é que exigimos das autoridades e organizadores planejamento e gestão efetiva durante os eventos. O carnaval vai acontecer de uma forma ou de outra. Mas como moradores queremos que nossa comunidade seja preservada. Assim é como eu quero o meu carnaval.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018