sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Receita para uma Associação Comunitária Prosperar - Coluna Jornal Folha Buritis - NOV/2018


Receita para uma Associação Comunitária Prosperar

Tem sido frequente a troca de experiências entre nossa Associação e outras organizações comunitárias. E uma situação muito comum é ouvir de dirigentes dessas entidades a reclamação sobre a baixa adesão das pessoas às pautas e às causas coletivas. O que sempre temos falado e apresentado é que esse quadro pode mudar significativamente se a abordagem for feita sob outro prisma: a comunicação nas redes sociais.

Muita gente não leva a sério a importância das entidades comunitárias para fazerem valer a voz da coletividade. No entanto, não existe outro caminho para que uma sociedade se desenvolva a não ser pela organização coletiva representativa. Porém, um grande erro que um dirigente pode cometer é culpar as outras pessoas da não participação. Sim, culpar! As frustrações de demandas, projetos, etc. não podem recair sobre quem sequer participou do processo, da proposta ou, simplesmente, do problema. As pessoas tendem a se afastar mais ainda daquilo que elas já evitam se envolver caso o discurso seja de culpar o terceiro. O caminho é exatamente o oposto. As pessoas tem prazer em apoiar aquilo que dá certo, que tem energia, que transmite esperança e almeja melhoria.

Olhando por esse lado, a receita para uma Associação prosperar passa por irradiar para as pessoas que as iniciativas sendo tomadas tem chances de dar certo. Ao fazer isso, usando principalmente a advento das redes sociais, abre-se, portanto, canais de diálogo com as pessoas, que vão certamente interagir e opinar. Ótimo quando isso acontece. É a chance de realinhar planos e rotas, amadurecendo o tópico e assim criar cada vez mais engajamento.

Mas para que essas questões se tornem relevantes, o conteúdo tem que chegar para as pessoas. A informação precisa atingir um número significativo de ouvintes para que esse público realmente tenha representatividade. Normalmente, as ferramentas para impulsionar os conteúdos são pagas. E é a única forma de levar a mensagem aos círculos de comunicação. Muitos que receberão a postagem podem não opinar ou de fato participar. Mas a partir desse momento, as pessoas passam saber do problema e da proposta. E isso é muito importante.

Vídeos, fotos, matérias e links. Tudo é válido para divulgar o trabalho desenvolvido por uma Associação Comunitária. Lembre-se que por definição, as pessoas não curtem essa temática. Normalmente lembram das Associações por motivações particulares, quando o problema impacta diretamente em sua vida. É raro ver pessoas que se engajam nos problemas dos outros. Mas que atire a primeira pedra aquele que nunca agiu assim. Ou seja, não precisamos de esquentar com isso. Cada pessoa tem seu momento, tem sua motivação e tem sua forma de agir. Quanto mais se divulgar o trabalho realizado, certamente aqueles que jamais saberiam acerca do assunto, poderão apoiar a causa. Mesmo que não tenham como participar pessoalmente, partilharão a informação entre os seus círculos e assim darão força e legitimidade para que a entidade continue avançando em prol do coletivo.

Nós da Associação do Bairro Buritis estamos sempre abertos para dialogar e trocar receitas de sucesso. Fica o convite para você conhecer mais sobre o nosso trabalho! Se todos prosperarem, nossa região, nossa cidade, nosso país, prospera também!

Braulio Lara
Empresário e Morador do Buritis – 37 anos
Professor do Curso de Engenharia Civil da UNI-BH
Mestre em Ciência da Computação pela UFMG
Pós Graduado em Gestão de Custos e Controladoria pela UNI-BH
Bacharel em Ciência da Computação pela UNI-BH
Técnico em Eletromecânica pelo CEFET-MG
Corretor de Imóveis registrado no CRECI (Diretor da SOLIMOB Netimóveis)
Contato através do e-mail: braulio@brauliolara.com.br







segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A arte de não deixar a peteca cair - Coluna Jornal Folha Buritis - OUT/2018


A arte de não deixar a peteca cair

Pessoas abandonam metas todos os dias. Por diversos motivos, aquele propósito, sonho ou objetivo fica pelo caminho. Talvez o principal fator seja a falta de persistência e de disciplina. Mas o que fazer se tudo o que se precisa é de não deixar “a peteca cair”?

A vida é um grande fluxo que você tem que administrar. Determinados momentos temos fluxos menores. Em outros, fluxos maiores. Em tempos de crise, fluxos turbulentos ou até contrários. A maior dificuldade das pessoas é que a gestão desses fluxos nem sempre traz resultados rápidos. E quando se tratam de fluxos que apenas no longo prazo trarão respostas, a disciplina e a persistência são as principais qualidades que permitirão esperar o tempo para obter o retorno.

Afinal, quanto tempo você dedicaria a administrar tarefas que apenas no longo prazo fariam sentido? Essa pergunta é de difícil resposta. O motivo é simples: apenas a própria pessoa terá a real percepção do sentido que faz trabalhar por um propósito hoje, com vistas a uma realização futura. Realização essa que está no seu imaginário, está em sua mente. Por isso é o sonho que move as pessoas em torno de um objetivo a atingir, um cenário a realizar, seja ele próximo ou distante, mas que se busca alcançar. E nesse trajeto, apenas uma coisa te mantém firme no caminho: o quanto você é persistente e disciplinado com o seu sonho.

Há pouco mais de um ano e meio, assumi trabalhos comunitários por meio da Associação. Imaginei o futuro e estabeleci cenários sobre diversos aspectos a partir de pontos de vista discutidos entre os participantes e as opiniões percebidas de moradores. Então, entrando no trabalho cotidiano, semanalmente, por meio de novos processos, atividades e requisições, as ações foram em direção a realização do sonho. Sonho de ter um lugar bonito, seguro, organizado e bem cuidado por todos.

Percebo que a semeadura começou a trazer frutos. Mas principalmente, o pólen que veio a ser espalhado, permitiu que outras excelentes iniciativas brotassem e também começam a prosperar. E assim, vamos crescendo coletivamente para um novo nível, onde os sonhos podem ser alcançados e outros serem formados. Mas de tudo isso, o grande aprendizado é que nada vai adiante sem disciplina e sem persistência. É muito fácil deixar tudo de lado e priorizar questões imediatistas e particulares. Trabalhar em comunidade é desenvolver seu lado coletivo, pois os retornos vêm apenas em longo prazo.

Reuniões, ofícios, postagens, mensagens, fotos, entrevistas, jornais, matérias, artigos, lives, convites, etc. Nada pode ficar pelo caminho. Mas apenas no longo prazo os resultados serão percebidos. Gratidão pelo aprendizado de cada dia, mas em síntese, o grande resumo de tudo é que viver uma Associação é aprender a arte de não deixar a peteca cair!








sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Minhas indicações em 2018, afinal não sou candidato


Nesse ano de 2018 não fui candidato mas quero indicar dois bons nomes para ocuparem as cadeiras de Deputado Federal e Deputado Estadual por Minas Gerais. Dr. Bernardo Ramos #3015 e Paulo Gomide #44004. Conheço ambos a muito tempo e estão vindo como sangue novo de renovação na política. Abaixo coloco o flyer de cada um deles e um minicurrículo.


Dr. Bernardo Ramos

Natural de Belo Horizonte, formado em Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Especialista em Ortopedia Pediátrica no Hospital Pequeno Príncipe (Curitiba/PR) e no Texas Scottish Rite Hospital (Dallas/TX/EUA). Trabalha na Rede Mater Dei de Saúde, onde se tornou conhecido pela excelência no atendimento aos seus pacientes. Desde as eleições de 2014, saiu da sua “zona de conforto” e foi para as ruas e em 2016 entrou para a vida pública sendo hoje o primeiro suplente de vereador na Câmara Municipal de Belo Horizonte pelo Partido Novo30. Fundador do grupo BASTA BRASIL, movimento suprapartidário, democrático e plural que busca um Brasil melhor. Atua também como Gestor de Saúde do Instituto Mano Down.

Primeiro vereador Suplente na Câmara Municipal de Belo Horizonte pelo Partido Novo (4.541 votos). Pré Candidato a Deputado Federal em 2018.

Redes Sociais:

Participação em eleições:
2016 – Partido Novo - Vereador 4.541 votos (1º Suplente)

Candidato a Deputado Federal em 2018 pelo Partido Novo – Nº 3015



Paulo Gomide

Natural de Belo Horizonte, 58 anos, formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Análise de Sistemas, foi professor na Newton Paiva nos cursos de Administração de Empresas e Administração Hospitalar. Foi funcionário da Minas Caixa por muito anos ocupando diversos cargos. Foi diretor Administrativo-financeiro do Hospital Nossa Senhora Aparecida por 10 anos. Foi empresário na área de livraria e atualmente é aposentado. Foi fundador da Associação do Bairro Buritis (1996) e ativista comunitário por mais de 22 anos.  Atualmente atua como conselheiro da ABB e é representante da entidade no COMAM (Conselho Municipal de Meio Ambiente) e no COMPUR (Conselho Municipal de Políticas Urbanas), participações não remuneradas nos foros de participação popular junto ao poder público. Atou também junto a Comissão Regional de Transporte e Trânsito (CRTT) e Comissão de fiscalização do Orçamento Participativo (Comforça).

Redes Sociais:

Participação em eleições:
2016 – PHS – Vereador 1.780 votos
2012 – PTC – Vereador 2.299 votos

Candidato a  Deputado Estadual em 2018 pelo PRP – Nº 44004


Outros Cargos

Meus votos são contra o PT para os demais cargos. É o voto útil pois com todo o conhecimento que tenho das estatísticas e tendências, são aqueles que vão tirar a vaga de petistas e quaisquer outros alinhados com ideologias comunistas/socialistas. Para Senador, Rodrigo Paiva #300 e Carlos Viana #310. Para Governador Romeu Zema #30 e para Presidente Jair Bolsonaro #17.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Voto Consciente - Coluna Jornal Folha Buritis - SET/2018


Novos ventos chegaram ao Brasil. Depois das manifestações de 2013, nunca se teve tanto engajamento popular em torno do assunto comumente deixado de lado pela maioria dos cidadãos: política.

A palavra de origem grega vem derivada de “POLITIKOS” que significa a relação entre o cidadão e o estado. “POLITES” em grego era “cidadão” e “POLIS” significava “cidade”. Essa relação quando ocorre de forma harmônica e democrática tende a levar o desenvolvimento de um povo, pois a coisa pública não pode ser entendida como sendo de ninguém e sim de todos. Logo, a decisão popular sobre a representação política tem que naturalmente ser objeto de importante análise e relevância dos cidadãos. Mas essas análises não são tão fáceis assim. Aliás, o tema é denso e basta não acompanhar a “novela” de perto que facilmente pode-se perder o contexto e assim ficar sem boas fundamentações para a decisão.

No livro PORQUE AS NAÇÕES FRACASSAM: As origens do poder, da prosperidade e da pobreza*, os autores apresentam diversos estudos em diversas nações em torno do globo e o item que conecta os países que prosperam é o fato de terem conseguido criar instituições econômicas e instituições políticas inclusivas. Significa que para um país prosperar é preciso que os cidadãos tenham vozes ativas dentro das decisões políticas e o mercado seja acessível aos novos empreendedores. A inclusão econômica tem que ocorrer em uma perspectiva liberal que garanta entrada de novas empresas, novos negócios, tendo essas condições para prosperar. Essa evolução deve inclusive assumir os efeitos da destruição criativa, ou seja, que novas tecnologias venham substituir antigas práticas, o que pode condenar empresas ou segmentos que não se adaptam ao novo e em alguns casos levá-las à extinção (como exemplo o caso da Kodak, comumente citado em diversos artigos).

Na linha da participação do cidadão nas decisões públicas, é de suma importância que haja uma real aproximação das pessoas das entidades de representação coletiva. Isso dá muita força ao processo e todos passam a interagir e opinar para que as ações fiquem sintonizadas com a vontade do coletivo. Ações como, por exemplo, o Fórum Buritis na Política teve como objetivo formar esse espaço de debate transparente e franco, principalmente, com antecedência, a fim de que as pessoas não sejam induzidas pelo efeito das decisões aos “45’ do segundo tempo”.

Com a internet, os eleitores têm muito mais acesso a informação e podem conhecer melhor os candidatos e seus respectivos partidos políticos. Nessas eleições de 2018, esperamos que todos façam seu voto consciente pois serão definidos aqueles que irão trabalhar a partir de 2019. Todos os postos atuais podem ser renovados: deputados federais, deputados estaduais, senadores (são dois votos), governador e presidente. Basta escolher sua melhor opção!


Braulio Lara
Empresário e Morador do Buritis – 37 anos
Professor do Curso de Engenharia Civil da UNI-BH
Mestre em Ciência da Computação pela UFMG
Pós Graduado em Gestão de Custos e Controladoria pela UNI-BH
Bacharel em Ciência da Computação pela UNI-BH
Técnico em Eletromecânica pelo CEFET-MG
Corretor de Imóveis registrado no CRECI (Diretor da SOLIMOB Netimóveis)
Contato através do e-mail: braulio@brauliolara.com.br

*ACEMOGLU, D., ROBINSON, J., Por que as nações fracassam: as origens do poder, da prosperidade e da pobreza. 7ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Plan Do Check Action Buritis - Coluna Jornal Folha Buritis - AGO/2018


Coluna do Presidente

As teorias para a gestão da qualidade utilizam o ciclo PDCA (Plan Do Check Action) como sendo uma metodologia para gestão de projetos que permita a melhoria continua. Após planejar o caminho a ser trilhado, a Associação do Bairro Buritis (ABB) começa a colher os frutos do FAZER. Projetos que ficaram em desenvolvimento por mais de um ano, começam a ser implantados e já trazem bons ventos ao bairro.

Primeiramente o projeto da Feirinha Buritis que será inaugurado em 01/09/2018. A idéia original era de recriar espaços de exposição de artesanato no Bairro. Iniciativas anteriores não prosperaram devido a vários fatores. A tentativa da ABB foi de criar uma feira de artesanato na Rua Paulo Surette mas que não foi adiante por dois motivos: o primeiro é que por se tratar de espaço público, uma feira naquele local necessitaria de licenciamento e licitação para compor o rol de feirantes, perdendo a característica de regionalização pretendida; segundo porque após a instalação de semáforos nos cruzamentos da Mário Werneck com Rua Cônsul Walter e Rua Eng. Aluisio Rocha, a Rua Paulo Surette deixou de ser uma rua tranquila para se tornar uma importante rua no escopo do quarteirão, utilizada para a realização de retorno. Agora a Feirinha Buritis é lançada em um espaço privado, diante da recepção da idéia pela UNIBH que abrigou a feira no seu Projeto Campus Aberto. A tão esperada Feirinha agora é uma realidade.

Outro projeto importante que iniciou no mês de junho é o Adote o Verde com a ABB. A equipe de jardinagem contratada está atuando em todos os canteiros e praças adotados no bairro custeados por um grande condomínio formado por empresas do bairro que expõem suas logomarcas nas placas do projeto. A primeira meta para viabilização do projeto foi atingida logo no final de julho e agora o próximo passo é receber mais co-adotantes para que futuramente possam ser feitos investimentos paisagísticos no verde do bairro.

Por fim, o Fórum Buritis na Política que está chegando em setembro a seu último painel de debate após um ano de encontros com pretensos candidatos a disputar algum cargo nas eleições de 2018. O formato foi muito elogiado por diversas pessoas e esperamos que nas próximas edições tenham mais participantes.

Todos os projetos implementados, precisam obviamente de melhorias e aperfeiçoamentos. E assim, fazendo um checklist de todas as lições aprendidas, pontos de melhoria e ajustes de rotas, vamos criando um caminho em busca da excelência. Aos poucos essa maturidade vai se transformando em padrão de processo, de tal forma que, cada vez mais, a Associação do Bairro Buritis fique mais organizada e consiga tornar o ambiente de convivência do bairro cada vez melhor. Afinal, nosso lema é #SOU MAIS BURITIS.

terça-feira, 31 de julho de 2018

No limite da vontade política - Coluna Jornal Folha Buritis - JUL/2018


Coluna do Presidente

Podemos ser voluntários, nos organizar, trabalhar em prol da comunidade. Mas as ações para terem êxito vão sempre passar pelo crivo de quem tem o poder da decisão. O dinheiro público é gerido pelo Estado e o Estado por sua vez gerido por políticos.

Tudo que podemos fazer como mobilização comunitária, principalmente aquelas que não implicam em custos, temos feito na Associação do Bairro Buritis – ABB. Informar o cidadão sobre os canais de comunicação com o poder público, dar visibilidade às boas práticas e projetos que vem sendo desenvolvidos e ser um porta-voz comunitário das demandas que surgem a cada momento. No entanto, quando chegamos no nível de necessidades maiores, que envolvem maiores recursos, não temos como articular sem pensar no Estado, ou seja, teremos que nos conectar com os políticos.

No nosso ecossistema de interações institucionais, a ABB se relaciona com diversos atores: moradores, empresas, instituições, conselhos comunitários e os poderes estaduais e municipais.  Então, quando entramos no âmbito de relacionamento com o Município e com o Estado, nossos pontos de conexão são os políticos. O problema é que os planejamentos governamentais passam por um liquidificador de variáveis e de interesses. E o resultado final é que pouco se vê planejamentos estruturados para dar transparência ao cidadão no que tange a viabilidade de sua demanda um dia ser resolvida. Quem “chora” mais acaba sendo priorizado e onde tem mais votos também.

Tudo isso resulta no que chamamos de vontade política. Certamente, vamos concordar que não deveria ser assim. Por exemplo, a população do Buritis gostaria muito de saber quando será implantada uma trincheira entre Av. Raja Gabáglia e Barão Homem de Melo. Mas por que não podemos avistar um projeto como esse no horizonte? E a ligação da Av. Henrique Badaró Portugal com a Av. Tereza Cristina? Será que vamos morrer sem ver essa melhoria na nossa região? A resposta dessas e outras perguntas se resume a bendita “vontade política”!

Nossa comunidade reconhece que existem diversas outras áreas que merecem e precisam de atenção prioritariamente em detrimento de outras. No entanto, queremos enxergar nossas demandas em um fluxo de projeto, planejamento e, na data, execução. Sonhar demais? Acreditamos que não. Se a questão é vontade política, quem poderá representar nossa vontade nas estruturas oficiais de Estado para fazer nossas demandas andarem?

De forma muito transparente estamos dando visibilidade aos pretensos candidatos que tem se engajado com as nossas pautas. Serão eleitos? Apenas em outubro teremos o resultado mas sabemos que nosso bairro está cada vez mais maduro e exigente para agir coletivamente e em breve ter representantes políticos legítimos que façam nossas pautas reverberarem nos foros corretos. Afinal se tudo no meio público converge para a vontade política, vamos ampliar nossos círculos, elevar o nível, e passar a ter políticos que alinhem com nossas vontades, nossas demandas. Assim teremos realmente um bairro cada vez melhor para se viver. SOU MAIS BURITIS.