quarta-feira, 6 de julho de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
Voluntariado Pro - Associação do Bairro Buritis - ABB
Vivemos em um mundo que apesar de tudo estar
andando muito rapidamente, sempre somos levados a pensar que ainda temos que
ser mais velozes. A velocidade da transformação da sociedade é tão grande que
às vezes somos pegos olhando apenas para nosso pequeno micro mundo e esquecemos
que fazemos parte do todo. A percepção do individual uma hora esbarra no
coletivo. E por isso vejo como muito importante a questão do voluntariado.
Em nossas vidas, conseguimos conquistar muitas
coisas. Essas conquistas, sejam emocionais, relacionais ou materiais, são
troféus particulares. Mas como será ter um troféu em um local onde você não
pode usufruir? Conquistar a segurança de ter uma casa mas ter a insegurança de
ser assaltado. Conquistar a possibilidade de ter seus filhos nas melhores
escolas mas não conseguir passar mais tempo com os mesmos devido aos atrasos do
trânsito caótico. A resposta está na questão que fazemos parte de um todo e se
esse todo precisa ir bem.
O voluntariado é uma forma doar um pouco do seu
eu para o coletivo. Independente de sua capacidade, essa doação certamente
agrega para a formação de um ambiente coletivo mais sadio. Na verdade, quando
estamos doando algo, incrivelmente recebe-se muito mais em contrapartida que
pode-se imaginar. É como um semente que seja plantada. Com o tempo, pode-se ter
muito mais que uma planta. É o efeito multiplicador.
Desde o final do ano passado me tornei
voluntário na ABB e tenho participado da vida da associação. Cada pessoa tem
seu talento e as coisas que conhece. Se você é bom em uma área, tenho certeza
que poderá agregar. Todos são importantes. Nesse novo ciclo que a ABB está
vivendo, tenho certeza que muita coisa boa será construída pois não queremos
ser voluntários para fazer coisas ruins. Se estamos trabalhando, queremos o
melhor. Mesmo sendo um trabalho voluntário, então, na ABB estamos trabalhando
apenas com voluntariado pro! Vamos juntos?
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Sonhar não custa nada
“Do que me adianta viver na
cidade se a felicidade não me acompanhar”. Cidade que tem bairros mas tem
bairros que são como uma cidade. Nosso bairro é maior que muita cidade. Por
isso ele tem que ser um lugar cada vez melhor para se viver. Claro que é um
ponto de vista. Mas como saber para onde ir se não se pensar como deveria ser?
Quando o Sol levanta, me
preparo para mais um dia. Após tomar um café reforçado, levo meus filhos para a
escola. Essa escola é pública do mais alto nível. Os professores todos são
residentes no bairro. Todos tem um motivo de querer desenvolver seus
sucessores, ou seja, a geração que chega. Seus filhos e netos estudaram nessa
escola. Ela possui programas de desenvolvimento técnico e científico de modo
que os filhos desse bairro tem uma preparação cada vez mais sólida para que
sejam profissionais mais produtivos e eficientes em suas profissões. Todos tem
fluência em três idiomas: português, inglês e espanhol. Motivo simples: nossos
vizinhos falam espanhol e o mundo fala inglês. As pessoas valorizam essa escola
e as universidades ao redor. As famílias passam a se conhecer e percebem que o
maior patrimônio social é o resultado que o futuro vai retribuir.
Não peguei trânsito, pois a
escola aperfeiçoou a logística para pegar os alunos em casa. Afinal, por que no
período de férias o trânsito da cidade funciona bem melhor? De qualquer forma,
tudo foi pensado para não se gerar gargalos nas vias que estão disponíveis.
Mesmo tendo ido de carro, transitei sem atrasos. Mas precisava me dirigir ao
centro. Então, parei meu carro em um grande bolsão de estacionamento na saída
do bairro. Neste local, entrei em um ônibus extremamente confortável, que teve
suas rotas calculadas para que mesmo em horários de pico, nenhum passageiro
tivesse que ir em pé. Tranquilamente, li as notícias do dia no meu celular
enquanto ocorria o deslocamento no ambiente com pouco ruído e climatizado.
Cheguei ao local desejado e
não precisei preocupar com vagas para estacionar. Me desloquei ao destino com
toda a segurança de não ser tomado de assalto na rua. A economia está aquecida
e em crescimento. Por isso, todos os cidadãos trabalham e tem seu sustento. A
criminalidade foi caindo a tal ponto que não é mais um motivo de preocupação. Acertados
os pontos da reunião sobre um novo empreendimento, fui ao banco onde o
financiamento ocorre com juros baixos. O dinheiro dos bancos fomenta a produção
e não a especulação. Além disso, para obter as licenças junto aos órgãos
públicos, nunca fui tão bem atendido: estavam prontos para me impulsionar e a
burocracia era inteligente e ágil. Todos ganhariam com o novo projeto,
inclusive o Estado recebendo sua contrapartida em impostos para então cumprir
seu papel. Alíquotas justas e que todo contribuinte tinha orgulho em pagar.
Tudo interligado e funcionando
para crescer. Problemas sempre existiram. Mas mesmo quando precisei do
judiciário, em poucas semanas, já havia uma decisão tomada sobre o assunto.
Voltei para casa ao final do dia. Não perdi tempo no trânsito. Peguei meu carro
no bolsão de estacionamento onde eu o coloquei com toda a segurança. Percebi
que não estava legal e fui ao posto de saúde do bairro. Fui atendido por médicos
muito capacitados que desenvolviam seu trabalho recebendo um salário a altura
de sua formação. Enfim, no meu lar, olhei para meus filhos e percebi que nos
olhos deles o futuro estava se aproximando em um contexto cada vez melhor.
Certamente, ao ler esses
parágrafos, alguém poderá dizer: -- Acorda! Vem para a realidade! Mas me fala
uma coisa: se você não puder mentalizar um futuro, como saber para onde você
está indo? Afinal, sonhar não custa nada. Mas sua decisão, é o nosso futuro.
terça-feira, 31 de maio de 2016
Novo diamante na literatura mineira
Fiquei muito surpreso positivamente ao ler o livro Teia de Ilusões da autora Ana Luisa Assis Oliveira. A trama da história foi tão bem bolada que me vi obrigado a ler 300 páginas em dois dias para descobrir realmente quem era o verdadeiro assassino. Uma obra que não deixa nada a desejar para nenhum dos famosos romances policiais. Digo que sendo a primeira obra da autora, certamente o futuro promete grandes diamantes literários!
domingo, 1 de maio de 2016
Meu bairro Buritis tem potencial
Ao observar e cada vez mais
perceber os detalhes do bairro Buritis, é fato que trata-se de um bairro que
tem um grande potencial. Em todos os sentidos podemos afirmar isso. Mas existe
uma diferença entre o valor real e o valor percebido.
Por se tratar de um bairro
muito adensado, todo cálculo que podemos fazer parte de uma referencia de uma
população residente na ordem de 30.000 habitantes. O volume de impostos que o
município arrecada tanto em IPTU mas também em ITBI e ISSQN, certamente podemos
estimar por baixo algo na ordem de R$ 5 milhões por mês. Esse é o valor real.
Mas qual a percepção das aplicações (investimentos) no bairro? Certamente a
resposta é que é muito baixa (valor percebido).
É necessário trazer mais
recursos para dentro do entorno. Melhoria das vias, podas de árvores, etc.
Existem várias ações que devem ser desenvolvidas para que o valor percebido
seja compatível com o valor real. Como obter isso?
Tenho visto muitos trabalhos
interessantes sendo desenvolvidos dentro do Buritis. Certamente, não são
patrocinados pelos recursos do caixa do poder público com o dinheiro nós mesmos
pagamos. São iniciativas na linha do voluntariado e que tem feito grande
diferença. Essas ações muitas vezes passam despercebidas. Projetos sociais e culturais
no Parque Aggeo Pio Sobrinho, ações públicas por meio da ABB - Associação do
Bairro Buritis, entre outros. Redes de Vizinhos Protegidos e Rede de
Comerciantes Protegidos são ações de destaque.
Mas quando pensamos que são
mais de 30.000 pessoas residindo nessa região, o valor percebido de todas essas
ações é muito baixo. E para reverter esse cenário, é importante vivenciar mais
as experiências sociais que estão sendo criadas e dessa forma também exercer
nossa cidadania.
É muito satisfatório ver as
pessoas se mobilizando para criar um bairro melhor. Quem ainda não conhece,
sugiro se aproximar mais e ter também essa percepção. Tenho certeza que ainda
tem muita coisa para ser desenvolvida, pois afinal, estamos falando de um local
que tem potencial! Aí sim teremos um alto valor real e um alto valor percebido.
Qual será sua contribuição?
sábado, 16 de abril de 2016
Impeachment é a solução ou a melhor alternativa?
Na vida temos que ter coerência. Mesmo apesar de reconhecer a eleição passada e dar um voto de confiança mental à presidente eleita, em poucos meses após o início do segundo mandato, as mentiras vieram à tona. Ela não conseguiu sustentar o cenário maquiado que usou para se reeleger.
Me senti um otário e pelo meu direito democrático manifestei em todas as datas agendadas, acompanhei os noticiários, expus minha opinião sempre respeitando os pontos de vista contrários. Afinal tenho vários amigos petistas e que continuarão sendo sempre grandes amigos.
Estamos chegando na hora de converter o que a pressão das ruas (grande maioria) a pelo menos 1 ano e meio vem pedindo: saída desse governo. Agora a tensão é máxima e a tática vermelha é de confundir as pessoas. Impeachment sem crime é golpe. Deve ser mesmo. A questão é que querem desqualificar os crimes, transformando as mentiras em verdades e distorcendo os fatos. Infelizmente, fazer uma nova eleição imediatamente não está previsto na legislação. Na minha opinião seria a melhor saída.
Quem venha o Temer por enquanto. Mas que sigam os processos do TSE e as investigações do Judiciário. Ninguém aguenta essa política. O sistema é foda!
Convido a todos apoiarem o impeachment e também de entrar na política. A única forma de transformar esse quadro é o ingresso de pessoas de bem e comprometidas. Ninguém sobe em uma árvore pelos galhos mais altos. Tem que começar pela base. Eu estou me preparando. Sou pré-candidato a vereador em BH. Sua decisão, nosso futuro! Que Deus ilumine a história que está sendo escrita nesse capítulo!
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