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sábado, 26 de outubro de 2024

A incompetência na Lagoa da Pampulha!

 


A época eleitoral até parece fazer alguns milagres pela cidade, mas problema de verdade não dá pra ser maquiado, não é mesmo?

E essa é a realidade na Lagoa da Pampulha. A qualidade da água, que segundo o prefeito é melhor do que a do Rio Sena, segue ruim e muito abaixo do que se espera.

Mesmo gastando milhões do seu dinheiro, ano após ano, a prefeitura não consegue resolver o problema.

Essa atual gestão não pode continuar à frente da nossa cidade. Belo Horizonte precisa de mudança, renovação e coragem para fazer diferente e melhor!

quarta-feira, 3 de abril de 2024

A Lagoa da Pampulha está sendo MUTILADA!


Esse lugar onde eu estou não deveriam existir! Onde era para ser espelho d'água, é uma passagem aterrada e largada que ninguém explica o motivo de estar ali até hoje.

Talvez você nunca percebeu, mas existem estradas/caminhos de serviço NO MEIO da Lagoa da Pampulha, abandonados pela Prefeitura há muito tempo, desde os primeiros serviços de desassoreamentos.

Estamos vendo o tombamento da Pampulha ser desrespeitado e tudo seguindo como se não houvesse problema. Cada hora um pedaço, cada hora um braço.

De pouco em pouco, a lagoa vai sendo mutilada, nosso patrimônio vai sendo desmanchado e o dinheiro vai indo pelo ralo.

Visitamos esse local com a CPI da Lagoa da Pampulha II. Seguiremos com a fiscalização e investigação. Já passou da hora desse descaso acabar!

#lagoadapampulha #pampulha #patrimônio #patrimôniomundial #tombamento #proteção #meioambiente #cartãopostal #bh #belohorizonte

terça-feira, 27 de junho de 2023

Continuaremos enxugando gelo para sempre?


Na nossa última oitiva da CPI da Lagoa da Pampulha, com o ex-prefeito Márcio Lacerda, o que vimos e percebemos é que o nosso patrimônio, além de negligenciado, não tem uma gestão séria dos problemas.

E ainda se falou que tratar a Lagoa é igual varrer casa, cortar unha e cortar o cabelo. Dá pra acreditar? Um patrimônio cultural mundial é tratado dessa forma?
Enquanto os efeitos forem priorizados, as causas nunca serão atacadas. Portanto, qual a intenção de permanecer e lutar por um processo que NÃO resolve o problema da Lagoa da Pampulha?
De boas intenções já estamos cansados. Belo Horizonte precisa e espera os verdadeiros resultados.

terça-feira, 13 de junho de 2023

25ª Reunião da CPI DA LAGOA DA PAMPULHA

 

As irregularidades na Lagoa da Pampulha


Proteção jurídica e proteção ao patrimônio não faltam à Lagoa da Pampulha. Pelo contrário, temos tombamentos em diversos níveis e reconhecimento a nível internacional, pela UNESCO.

No entanto, parece que, apesar de tantas proteções, a Prefeitura tem atuado como se a Lagoa nada fosse. Um bem tombado precisa de atenção redobrada e não pode ser descaracterizado ao longo do tempo. 

Além disso, nos relatórios, vimos o não atendimento dos padrões estabelecidos nos contratos de limpeza, mas os pagamentos continuaram acontecendo, inclusive obtendo uma renovação por inexigibilidade. 

Enquanto isso, a Lagoa continua problemática e com soluções nada visíveis. 

segunda-feira, 12 de junho de 2023

As mesmas propostas, os mesmos problemas!



Analisando a história da limpeza da Lagoa da Pampulha, vários questionamentos e perguntas vêm à tona e preocupam a população de Belo Horizonte. 

Ao longo de décadas, o processo se repete, as propostas se repetem, mas os problemas também se repetem. Qual o motivo?

Por que continuar tratando apenas os efeitos? Por que apenas despejar produtos na Lagoa sem anular as causas? Por que apenas uma solução? Se é um problema complexo, a resposta exige, também, um nível de atenção e de prioridade à altura. 

Ouvindo diversos representantes do poder público e especialistas sobre o assunto, a conclusão é a mesma: enquanto não pararmos com a entrada de problemas na Lagoa, o processo "enxuga-gelo" não vai acabar. 

Renovaremos para sempre contratos milionários que não colocam um ponto final nesse problema na nossa cidade?

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Estamos no lugar certo para questionar



É no poder legislativo, no parlamento, na casa do povo de Belo Horizonte que faremos os questionamentos sobre as décadas de dinheiro público gasto com a Lagoa da Pampulha e sobre os resultados que a população não enxerga.
Como vereadores, não nos furtaremos do nosso papel de fiscalizar o poder público, com um único objetivo: obter transparência nos processos onde o dinheiro do pagador de impostos de Belo Horizonte é empenhado.
Estamos nos capítulos finais da CPI da Lagoa da Pampulha. Com muito trabalho, comprometimento com o cidadão e extremo respeito ao dinheiro de cada belo-horizontino, cumpriremos a missão de entregar um relatório que será fruto de uma investigação séria e técnica.
Belo Horizonte já se cansou de promessas e poucas soluções!

quinta-feira, 23 de março de 2023

Secretário de GOVERNO da Prefeitura de BH vai depor na CPI da LAGOA DA PAMPULHA

 


A reunião aconteceu em 23 de março com as seguintes deliberações: Aprovação do REQUERIMENTO 592/2023 que convoca o Sr. Ricardo de Miranda Aroeira - Diretor de Gestão de Águas Urbanas da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smobi) para prestar informações, pessoalmente, sobre temas que estão envolvendo os assuntos desta Comissão Parlamentar de Inquérito no dia 04/04/2023 às 09 horas e 30 minutos no Plenário Helvécio Arantes na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Aprovação do REQUERIMENTO 593/2023 que convida a prestar esclarecimentos na condição de testemunha o Sr. Josué Valadão — Secretário Municipal de Governo de Belo Horizonte sobre temas que estão envolvendo os assuntos desta Comissão Parlamentar de Inquérito no dia 04/04/2023 às 10 horas e 30 minutos no Plenário Helvécio Arantes na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

9ª Reunião da CPI DA LAGOA DA PAMPULHA

Aprovação do REQUERIMENTO 592/2023 que convoca o Sr. Ricardo de Miranda Aroeira - Diretor de Gestão de Águas Urbanas da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smobi) para prestar informações, pessoalmente, sobre temas que estão envolvendo os assuntos desta Comissão Parlamentar de Inquérito no dia 04/04/2023 às 09 horas e 30 minutos no Plenário Helvécio Arantes na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Aprovação do REQUERIMENTO 593/2023 que convida a prestar esclarecimentos na condição de testemunha o Sr. Josué Valadão — Secretário Municipal de Governo de Belo Horizonte sobre temas que estão envolvendo os assuntos desta Comissão Parlamentar de Inquérito no dia 04/04/2023 às 10 horas e 30 minutos no Plenário Helvécio Arantes na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

quarta-feira, 8 de março de 2023

quinta-feira, 2 de março de 2023

Lagoa da Pampulha: Tratamento e assoreamento são temas de visita de vereadores

 


As condições do espelho d'água da Lagoa da Pampulha levaram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) a realizar, nesta terça-feira (28), a primeira visita técnica desde o início dos trabalhos. A comitiva visitou a Estação de Tratamento de Águas Fluviais (Etaf) da Pampulha, assim como as enseadas do zoológico e da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), consideradas pelos vereadores como as mais sensíveis da bacia.


INTEGRANTES DA CPI da LAGOA DA PAMPULHA VISITAM ESPELHO D'ÁGUA E VEEM IRREGULARIDADES

 


Reportagem da Band Minas em 28/02/2023

PLANTAS INVASORAS, assoreamento de enseadas e bueiros entupidos: PROBLEMAS DA LAGOA DA PAMPULHA

 


Reportagem no Programa Itatiaia Agora de 28 de fevereiro de 2023

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Confira na íntegra a 4ª Reunião da CPI da LAGOA DA PAMPULHA

 



A Lagoa da Pampulha serviu de quintal para que a 

Andrade Gutierrez crescesse suas galinhas dos ovos de ouro

A declaração foi dada por Vittorio Medioli na CPI que investiga e

fiscaliza os contratos celebrados para a limpeza da lagoa

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Lagoa da Pampulha teve mais um capítulo na manhã desta quinta-feira, 23 de fevereiro, na Câmara Municipal de BH. Vitorio Medioli, prefeito de Betim, foi convidado a debater sobre a eficiência da limpeza da lagoa quando em 1993 realizou a retirada de aguapés que tomavam o espelho d’água sem custo para a cidade. Durante as mais de duas horas de reunião o empresário falou desta experiência e afirmou que a Lagoa da Pampulha foi um feudo, um quintal, uma granja da empresa Andrade Gutierrez para fazer crescer as galinhas dos ovos de ouro.

De acordo com Vittorio Medioli a empresa deixou um passivo ambiental imenso na Lagoa da Pampulha desde a década de 70. “Eu acho muito espantoso que a condução da limpeza da Lagoa da Pampulha tenha passado por vários prefeitos da mesma forma e nada foi feito. Parece que todo esse tempo foi para enriquecer alguém ou algum grupo financeiro”.

O prefeito de Betim afirmou ainda que a Andrade Gutierrez, que é uma das empresas que atuou na “despoluição” da lagoa, é uma empresa que se envolveu em grandes esquemas de corrupção por todo Brasil e virou sinônimo de bandalheira. “Grande parte das obras investigadas apareceram com problemas. Inclusive na delação premiada da Operação Lava-Jato, seus sócios citaram a Pampulha como moeda de troca”.

Durante seu depoimento, Vittorio Medioli relembrou o êxito na retirada dos aguapés da Lagoa da Pampulha. “Quase ninguém acreditada. Entre os anos de 1992 e 1993 foi a explosão dos aguapés no espelho d’água e a prefeitura dizia que não tinha recursos para a fazer a limpeza. Naquela época procurei o então vice-prefeito Célio de Castro e fiz proposta da retirada dos aguapés sem custo para o município. O prefeito da época, Patrus Ananias, cedeu e em três meses a lagoa estava limpa”, afirmou.

Vittorio Medioli relembrou que a limpeza dos aguapés em 1993 custou R$ 250 mil, muito diferente do contrato assinado entre a PBH e a Andrade Gutierrez no valor de R$ 8 milhões na década de 1980. Ele lembrou ainda que foi retirada da Lagoa da Pampulha uma quantidade equivalente a 25 mil caminhões basculantes de aguapés. “Daí vem a constatação de que já se passaram 30 anos da limpeza da Pampulha e nada foi feito. Já foram gastos centenas de milhões de reais em uma lagoa que está sendo maquiada e o que vemos é uma falta de informação inexplicável”, afirmou.

O empresário deixou um recado para os gestores da prefeitura de BH. “A meu ver a forma que está sendo conduzida hoje a limpeza da lagoa é ineficiente e onerosa. O que deve ser feito é o estudo das origens dos resíduos sólidos, quantificar o que entra na lagoa e planejar os próximos 20, 30 anos. Outra sugestão é fazer o rebaixamento da lagoa anualmente nos meses de agosto e setembro. Esse serviço não é feito desde 2009 e é muito importante para que ela possa receber as cheias dos córregos Ressaca e Sarandi”, finalizou Vittorio Medioli.

O vereador Gabriel Azevedo, presidente da Câmara Municipal de BH, também esteve presente na reunião e alertou para a coincidência do não rebaixamento da lagoa desde o ano de 2009. “Foi naquele ano que assumiu o então secretário de obras e atual secretário de governo, Josué Valadão. Queremos saber o porquê de a lagoa não ter sido mais rebaixada para remover seu assoreamento. Há algum esquema ou corrupção que transforma todo esse lixo em dinheiro?

Relator da CPI da Lagoa da Pampulha, o vereador Braulio Lara (NOVO) afirma que a participação de Medioli na comissão parlamentar contribuirá bastante com os trabalhos. “Tivemos um depoimento bastante rico de informações. As técnicas usadas ainda em 1993 foram eficazes, mas o que vem sendo feito pelas empresas contratadas pela prefeitura nestas últimas décadas para fazer a limpeza da lagoa não vem surtindo efeito. O que está acontecendo? Como é que se resolve este problema? Ninguém sabe. A Lagoa da Pampulha é o cartão postal de BH e parece que querem mantê-la suja, pois quanto mais poluída, mais dinheiro para despoluir. É isso que estamos investigando e não deixaremos passar em branco”, afirmou.

Professor Juliano Lopes (AGIR), presidente da comissão, enfatizou que os atuais contratos deveriam ser suspensos e uma auditoria deveria ser feita. “É o mínimo que o nosso prefeito poderia fazer neste momento. O Fuad Noman fará um ano à frente da prefeitura no próximo mês e poderia dar de presente ao belo-horizontino este presente”, finalizou.

A Lagoa da Pampulha serviu de quintal para que a Andrade Gutierrez crescesse suas galinhas dos ovos de ouro



A declaração foi dada por Vittorio Medioli na CPI que investiga e

fiscaliza os contratos celebrados para a limpeza da lagoa

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Lagoa da Pampulha teve mais um capítulo na manhã desta quinta-feira, 23 de fevereiro, na Câmara Municipal de BH. Vitorio Medioli, prefeito de Betim, foi convidado a debater sobre a eficiência da limpeza da lagoa quando em 1993 realizou a retirada de aguapés que tomavam o espelho d’água sem custo para a cidade. Durante as mais de duas horas de reunião o empresário falou desta experiência e afirmou que a Lagoa da Pampulha foi um feudo, um quintal, uma granja da empresa Andrade Gutierrez para fazer crescer as galinhas dos ovos de ouro.

De acordo com Vittorio Medioli a empresa deixou um passivo ambiental imenso na Lagoa da Pampulha desde a década de 70. “Eu acho muito espantoso que a condução da limpeza da Lagoa da Pampulha tenha passado por vários prefeitos da mesma forma e nada foi feito. Parece que todo esse tempo foi para enriquecer alguém ou algum grupo financeiro”.

O prefeito de Betim afirmou ainda que a Andrade Gutierrez, que é uma das empresas que atuou na “despoluição” da lagoa, é uma empresa que se envolveu em grandes esquemas de corrupção por todo Brasil e virou sinônimo de bandalheira. “Grande parte das obras investigadas apareceram com problemas. Inclusive na delação premiada da Operação Lava-Jato, seus sócios citaram a Pampulha como moeda de troca”.

Durante seu depoimento, Vittorio Medioli relembrou o êxito na retirada dos aguapés da Lagoa da Pampulha. “Quase ninguém acreditada. Entre os anos de 1992 e 1993 foi a explosão dos aguapés no espelho d’água e a prefeitura dizia que não tinha recursos para a fazer a limpeza. Naquela época procurei o então vice-prefeito Célio de Castro e fiz proposta da retirada dos aguapés sem custo para o município. O prefeito da época, Patrus Ananias, cedeu e em três meses a lagoa estava limpa”, afirmou.

Vittorio Medioli relembrou que a limpeza dos aguapés em 1993 custou R$ 250 mil, muito diferente do contrato assinado entre a PBH e a Andrade Gutierrez no valor de R$ 8 milhões na década de 1980. Ele lembrou ainda que foi retirada da Lagoa da Pampulha uma quantidade equivalente a 25 mil caminhões basculantes de aguapés. “Daí vem a constatação de que já se passaram 30 anos da limpeza da Pampulha e nada foi feito. Já foram gastos centenas de milhões de reais em uma lagoa que está sendo maquiada e o que vemos é uma falta de informação inexplicável”, afirmou.

O empresário deixou um recado para os gestores da prefeitura de BH. “A meu ver a forma que está sendo conduzida hoje a limpeza da lagoa é ineficiente e onerosa. O que deve ser feito é o estudo das origens dos resíduos sólidos, quantificar o que entra na lagoa e planejar os próximos 20, 30 anos. Outra sugestão é fazer o rebaixamento da lagoa anualmente nos meses de agosto e setembro. Esse serviço não é feito desde 2009 e é muito importante para que ela possa receber as cheias dos córregos Ressaca e Sarandi”, finalizou Vittorio Medioli.

O vereador Gabriel Azevedo, presidente da Câmara Municipal de BH, também esteve presente na reunião e alertou para a coincidência do não rebaixamento da lagoa desde o ano de 2009. “Foi naquele ano que assumiu o então secretário de obras e atual secretário de governo, Josué Valadão. Queremos saber o porquê de a lagoa não ter sido mais rebaixada para remover seu assoreamento. Há algum esquema ou corrupção que transforma todo esse lixo em dinheiro?

Relator da CPI da Lagoa da Pampulha, o vereador Braulio Lara (NOVO) afirma que a participação de Medioli na comissão parlamentar contribuirá bastante com os trabalhos. “Tivemos um depoimento bastante rico de informações. As técnicas usadas ainda em 1993 foram eficazes, mas o que vem sendo feito pelas empresas contratadas pela prefeitura nestas últimas décadas para fazer a limpeza da lagoa não vem surtindo efeito. O que está acontecendo? Como é que se resolve este problema? Ninguém sabe. A Lagoa da Pampulha é o cartão postal de BH e parece que querem mantê-la suja, pois quanto mais poluída, mais dinheiro para despoluir. É isso que estamos investigando e não deixaremos passar em branco”, afirmou.

Professor Juliano Lopes (AGIR), presidente da comissão, enfatizou que os atuais contratos deveriam ser suspensos e uma auditoria deveria ser feita. “É o mínimo que o nosso prefeito poderia fazer neste momento. O Fuad Noman fará um ano à frente da prefeitura no próximo mês e poderia dar de presente ao belo-horizontino este presente”, finalizou.