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terça-feira, 25 de novembro de 2025

Escândalo na Lagoa da Pampulha: substância que afeta a saúde humana é encontrada em níveis alarmantes

Uma audiência pública realizada nesta segunda-feira (10), na Câmara Municipal de Belo Horizonte, para discutir soluções e tecnologias voltadas ao tratamento e à preservação das águas da Lagoa da Pampulha, revelou um verdadeiro escândalo ambiental. Dados apresentados por especialistas mostraram que o espelho d’água, símbolo da capital mineira e patrimônio cultural reconhecido pela Unesco, está contaminado por uma série de substâncias perigosas — incluindo metais pesados, pesticidas, lubrificantes e até um elemento químico que sequer existe naturalmente no Brasil.


 O oceanógrafo Bruno Libardoni, diretor da empresa Infinito Mare, expôs os resultados de três meses de monitoramento realizado na lagoa por meio de quatro equipamentos conhecidos como caravelas, boias tecnológicas que analisam a presença de micro-organismos e compostos químicos na água. O levantamento trouxe dados alarmantes: foram detectados esteroides fecais, pesticidas, óleos lubrificantes e mais de 15 tipos de metais, como alumínio, titânio, zinco, cobalto, magnésio e lantânio.

Segundo Libardoni, muitos desses metais estão muito acima do que é normalmente aceito pelas normas nacionais e internacionais, mas o caso mais grave envolve justamente o lantânio, um mineral pertencente ao grupo das chamadas “terras raras” e que não é encontrado em território brasileiro. De acordo com as análises, a concentração dessa substância na Lagoa da Pampulha é 3,85 milhões de vezes superior aos índices considerados seguros por padrões internacionais, um número que, segundo o especialista, “não encontra precedentes em nenhum outro corpo hídrico estudado”.

O oceanógrafo explicou que o lantânio vem sendo introduzido artificialmente na lagoa por meio de um produto chamado Phoslock, utilizado há mais de uma década como parte de um contrato firmado entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o consórcio Pampulha Viva, sem processo licitatório. O produto, aplicado com a promessa de reduzir a presença de fósforo e conter a proliferação de algas, contém lantânio em sua composição. Com o uso crônico e sem monitoramento adequado, a substância estaria se acumulando no fundo da lagoa, provocando assoreamento e possíveis riscos à fauna e à saúde humana.

ESTOQUE

“Estamos estocando lantânio na Pampulha, e isso é algo extremamente sério. Trata-se de um metal pesado que não é natural do Brasil, aplicado de forma contínua e sem fiscalização adequada”, afirmou o vereador Braulio Lara (Novo), um dos autores do requerimento da audiência. “O Phoslock traz um metal que oferece riscos à saúde das pessoas e está literalmente aterrando a lagoa”, completou o parlamentar, visivelmente indignado com as revelações.

Além do lantânio, o estudo mostrou que diversos outros metais estão em concentrações superiores aos limites definidos pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), o que reforça o cenário de contaminação. Especialistas alertaram que o uso prolongado do Phoslock, aliado à ausência de controle técnico e transparência nos contratos, pode ter transformado a Lagoa da Pampulha em um depósito tóxico de difícil reversão.

A gravidade dos dados exige novos estudos independentes sobre os impactos do lantânio no ecossistema local e na saúde da população. Ministério Público e demais órgãos ambientais serão chamados a acompanhar o caso.

Símbolo de Belo Horizonte e Patrimônio Cultural da Humanidade, a Lagoa da Pampulha é uma das principais referências turísticas da cidade. A descoberta de que o local abriga níveis tão altos de contaminação química provoca uma profunda preocupação. “Estamos diante de uma tragédia silenciosa”, resumiu Braulio Lara. “Por mais de dez anos, uma substância rara e tóxica vem sendo depositada em um bem público tombado — e quase ninguém sabia.”

NOVAS TECNOLOGIAS E SOLUÇÕES

A audiência também trouxe muita informação por parte de empresas que possuem novas tecnologias para o tratamento da lagoa. Todas foram unânimes em dizer que uma só forma não é suficiente para trazer vida novamente à Lagoa da Pampulha. “Elas são complementares. Não é apenas uma solução que vai dar jeito na lagoa. Será a junção de diversas tecnologias é que vai melhorar de vez a qualidade da água”, afirma Braulio Lara.  

A audiência pública desta segunda-feira apresentou diversas tecnologias e soluções para que a prefeitura de BH realize estudos de viabilidade e novos caminhos possíveis para o tratamento da água da lagoa da Pampulha.

Além de representantes da Copasa, da PBH, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA), do Tribunal de Contas de Minas Gerais, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da sociedade civil, também participaram da audiência pública as empresas Chart Water, BioX Microorganismos, Infinito Mare, Verus Ambiental e Hidrotractor.

ENCAMINHAMENTOS

O vereador Braulio Lara sugeriu que a Copasa, juntamente com as prefeituras de BH e Contagem avancem para uma contratação de novas tecnologias para que sejam testadas no âmbito do tratamento da Lagoa da Pampulha. Segundo a Copasa, é possível, sim, que um processo especial seja feito para conjugar testes sobre novas tecnologias.


CONFIRA A REPERCUSSÃO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA IMPRENSA:









terça-feira, 22 de outubro de 2024

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Contra fatos, não há argumentos!



Ao perguntar ao prefeito sobre a Lagoa da Pampulha em 2023 na Prestação de Contas na Câmara, ele disse que iria esperar a finalização da CPI para avaliar as medidas necessárias a serem tomadas.

Agora, depois de escancararmos com o nosso relatório final um sistema sujo que suga dinheiro público na Lagoa da Pampulha, o prefeito fala que está tudo lindo e se pergunta como uma CPI diz que está tudo ruim.

Por que insistir no erro, mesmo após robustas evidências de grandes irregularidades?

👇 Comente aqui a sua opinião! Está tudo certo com a Lagoa da Pampulha?

#lagoadapampulha #pampulha #meioambiente #preservação #belohorizonte #bh #belohorizontemg #dinheiropúblico #investigação #cpi #respeito #anticorrupção

quinta-feira, 24 de março de 2022

Vereadores querem saber sobre devolução de recursos à PBH por empresas de ônibus

Valores são de repasse feito na pandemia. Audiência vai debater o não pagamento de multas pelas concessionárias


O prefeito Alexandre Kalil (PSD) e o presidente da BHTrans, Diogo Prosdocimi, devem responder à Câmara sobre a compensação e devolução de recursos repassados à Transfácil e às empresas de ônibus durante a pandemia, apurados pelas CPIs da BHTrans e da Covid-19, em 2021. O pedido de informações foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário, em reunião realizada nesta quinta-feira (24/3). O objetivo é apurar, entre outras coisas, quanto já foi compensado e devolvido aos cofres públicos. A Comissão também aprovou a realização de audiência pública para debater questões relacionadas aos débitos de multas das empresas de ônibus e de valores em situação de dívida ativa relacionados a estas empresas. Em outra audiência, os vereadores vão discutir problemas relativos à utilização da Praça do Papa. Confira aqui a pauta e o resultado da reunião.

 
Recursos repassados para empresas de ônibus

Mais de R$ 200 milhões. Este foi o valor repassado pela Prefeitura às empresas que fazem o transporte coletivo na cidade durante os anos de 2020 e 2021. A informação foi repassada aos vereadores pelo presidente da BHTrans, Diogo Prosdocimi, durante oitiva realizada pela CPI da BHTrans, em junho do ano passado. A CPI foi criada para apurar a prestação do serviço de transporte público coletivo de passageiros na capital e a omissão da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) quanto à fiscalização das concessionárias, principalmente durante o contexto pandêmico. De acordo com a BHTrans, o valor repassado às empresas tinha como objetivo manter mais ônibus circulando na cidade mesmo com a demanda reduzida por causa das medidas relativas ao combate ao coronavírus. 

Passados alguns meses da finalização dos repasses, os vereadores querem saber quanto o Município já foi compensado pelos repasses, se algum valor foi devolvido para a Prefeitura e ainda qual o saldo do crédito atual que a Prefeitura possui com as empresas do transporte coletivo. O pedido de informação é de autoria do vereador Braulio Lara (Novo), que destacou que os repasses de recursos da PBH para a Transfácil, a título de "compra antecipada de créditos de vales-transportes”, foram embasados em aditivos contratuais para a antecipação de crédito no contrato de compra de vales-transportes de servidores municipais e em acordo judicial. A solicitação é destinada ao chefe do Executivo, prefeito Alexandre Kalil, e ao presidente da BHTrans.  

Multas não pagas

Outra informação repassada aos vereadores durante a CPI trata da quantidade de multas não pagas pelos empresários do transporte coletivo ao Município. O tema voltará ao debate em audiência pública a ser realizada no dia 28 de abril, às 13h30, no Plenário Camil Caram. Segundo o presidente da BHTrans, em oitiva da CPI da Covid-19 ocorrida em julho do ano passado, cerca de 35 mil multas haviam sido aplicadas às empresas durante a pandemia, até aquele momento. À época, Diogo Prosdocimi afirmou que "o trâmite administrativo exagerado impõe ritmo necessário para que as pessoas ou empresas tenham direito ao contraditório", explicando ainda que são até 90 dias na primeira instância prorrogável por mais 90 na segunda instância. Também foi informado aos vereadores que, de 2008 a junho de 2021, cerca de 288 mil multas foram aplicadas às empresas e pouco mais da metade haviam sido pagas.

A audiência quer tratar, além dos débitos relativos às multas, dos valores em situação de dívida ativa devidos pelas empresas de ônibus. No requerimento, Gabriel (sem partido) afirma que foram aplicadas mais de 120 mil multas, que até o momento, não foram pagas. “As concessionárias de Belo Horizonte receberam, entre 2020 e janeiro de 2022, 126.959 autuações por descumprimento de regras municipais para o transporte público, mas até agora nenhuma multa foi paga”, afirmou. 

Gabriel defende a necessidade de identificar e verificar o processo de tramitação das multas, desde sua emissão até o seu efetivo pagamento, e qual o montante pago pelas empresas em relação ao valor total das multas emitidas, ano a ano. Ele explica que, caso as multas não sejam pagas em um período de 5 anos, a dívida expira e que, por isso, é “necessário apurar em qual fase os empresários estão sendo beneficiados pelo não pagamento, já que essa situação gera enormes prejuízos à sociedade e ao erário.” 

Para participar do debate, serão convidados, além do presidente da BHTrans, representantes da PBH, do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de BH (Setra-BH), e da 17ª Promotoria de Justiça e Defesa do Patrimônio Público de BH. 

Praça do Papa

Em outra audiência pública aprovada pela Comissão Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário a pedido de Braulio Lara, os vereadores vão debater problemas relacionados à conservação, à ocorrência de atividades irregulares, segurança e perturbação do sossego na Praça do Papa além do fluxo de veículos no entorno do espaço localizado no Bairro Mangabeiras.  A audiência, marcada para o dia 31 de março, às 13h30, no Plenário Camil Caram, terá como convidados representantes da PBH, da Associação do Bairro Mangabeiras, da Coordenadoria da Administração Regional Centro-Sul, da Belotur, da SLU, da BHTrans, da Guarda Municipal, das Polícias Militar e Civil, e de moradores, comerciantes e empresários da região. 

A Praça Israel Pinheiro, mais conhecida como Praça do Papa, está localizada na Avenida Agulhas Negras a mais de 1.100 metros de altitude e é um dos pontos turísticos mais conhecidos de Belo Horizonte. A praça ganhou o nome de Praça do Papa em 1980, após visita do Papa João Paulo II à cidade. Em matérias publicadas na imprensa, a Associação de Moradores do Bairro Mangabeiras reclama ainda de sujeira no local, destacando que visitantes deixam lixo no espaço diariamente.

Entre os 24 requerimentos analisados na reunião desta quinta-feira, a comissão também aprovou a realização de audiência pública para discutir sobre a nova diretoria da BHTrans, visitas técnias a várias regiões da cidade e pedidos de informação sobre obras inacabadas e alteração no itinerário de linhas de ônibus.

Assita aqui à íntegra da reunião.


Fonte: Superintendência de Comunicação Institucional da CMBH

quinta-feira, 3 de março de 2022

A VERDADE DOS FATOS

 Alexandre Kalil trata a crise dos ônibus em Belo Horizonte com mentiras. Em 21 de dezembro de 2021, disse que iria reduzir a passagem. Em 31 de janeiro de 2022, a presidente da Câmara cobrou o prefeito sobre uma ação concreta. Ele respondeu no mesmo dia afirmando que dependia de acordo que seria fechado em audiência marcada para o dia 07 de fevereiro de 2022. Ele não foi. O juiz pediu dados abertos sobre os valores. A prefeitura ficou de apresentar essas informações em 14 de fevereiro de 2022. De última hora, o prefeito desistiu da audiência na Justiça e mandou um texto para a Câmara Municipal repleto de falhas.

Quais são essas falhas? Quatro, em resumo. 

1) o artigo 2° do projeto de lei cria ordenamento “previsto em contrato” sem especificar qual contrato, citando ainda “grupos tarifários” que não estão previstos em nenhuma legislação; 

2) o artigo 5° determina que o subsídio proposto pelo Projeto de Lei deverá ser “objeto de termo aditivo ao contrato de concessão” sem dizer qual é o contrato; 

3) ainda no artigo 5°, a expressão “fórmula paramétrica” não possui definição legal, configurando mais um elemento de falta de clareza, além da ambiguidade na redação que contém duas possibilidades contrárias possíveis; 

4) ainda no artigo 5°, há ausência da deliberação no texto da lei.

O Regimento Interno estabelece que o Presidente somente receberá a proposição que esteja redigida com clareza, observância da técnica legislativa, do estilo parlamentar e não constitua matéria prejudicada.

A prefeitura já liberou R$ 220 milhões para as empresas de ônibus. Este projeto previa mais R$ 156 milhões. Mais dinheiro para os empresários não resolve o problema. Isso vai garantir pontualidade e qualidade? Não. Afinal, Alexandre Kalil prometeu abrir a caixa-preta, mas nunca agiu de verdade para isso acontecer. 

Se o projeto fosse votado e rejeitado, não poderia ser discutido ainda em 2022. A devolução possibilita à Prefeitura a oportunidade de corrigir os seus erros. O caminho é recriar o Comitê de Repactuação do Contrato dos Ônibus e Reformulação de Tarifas do Transporte Coletivo de Belo Horizonte para que esse assunto seja conduzido de maneira adequada.




segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Indiciados na CPI da BHTrans; confira os nomes e a acusação

 Os vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da BHTrans pediram o indiciamento de 22 empresários do setor de transporte coletivo urbano por formação de cartel.

O relatório final, aprovado por unanimidade nesta segunda-feira, 8 de novembro, soma 31 pessoas citadas. Este relatório será entregue ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCMG), Ministério Público do Trabalho (MPT), Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e Ministério Público Federal (MPF). Saiba quem são os indiciados: Alexandre Kalil, prefeito – acusado de peculato, prevaricação, condescendência criminosa e infrações político-administrativas. José Braz Gomes Pereira; Fábio Couto de Araújo Cançado; Mary Couto Cançado Santos; Thais Angélica Cançado Gontijo; Rômulo Lessa; Rubens Lessa; Eneide Carvalho Santos; Fernando Aguiar Carvalho; Joel Paschoalin; João Batista Paschoalin; Terezinha Fontes de Azevedo; Geraldo Lopes Salgado; Marcelo Augusto Gomes Pereira; Luiz Alfredo Gomes Pereira; Renato Antônio Gomes Pereira e Leandro Márcio Gomes Pereira, todos donos de empresas de ônibus – acusados de formação de cartel. José Márcio de Morais Matos, Romeu Aguiar Carvalho, Roberto José de Carvalho, José Braz Gomes Pereira Júnior, Renaldo de Carvalho Moura e Humberto José Gomes Pereira, todos donos de empresas de ônibus – acusados de associação criminosa, estelionato e formação de cartel. Célio Bouzada, ex-presidente da BHTrans – acusado de associação criminosa, estelionato, prevaricação, falsidade ideológica, advocacia administrativa, falso testemunho e supressão de documento. Daniel Marx Couto, ex-diretor da BHTrans - acusado de associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica e prevaricação. Adilson Elpídio Daros, ex-diretor da BHTrans – acusado de associação criminosa, estelionato, prevaricação, falso testemunho, falsidade ideológica e supressão de documento. Shaila Santos da Silva – acusada de falsidade ideológica. Maciel Consultores – acusada de estelionato. Transfácil – acusada de apropriação indébita. Acesse o relatório final da CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS NO LINK ABAIXO:

CONFIRA O RELATÓRIO FINAL DA CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS

 Leia o relatório final da CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS


Os vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da BHTrans pediram o indiciamento de 22 empresários do setor de transporte coletivo urbano por formação de cartel.

O relatório final, aprovado por unanimidade nesta segunda-feira, 8 de novembro, soma 31 pessoas citadas.

Este relatório será entregue ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCMG), Ministério Público do Trabalho (MPT), Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e Ministério Público Federal (MPF). Saiba quem são os indiciados: Alexandre Kalil, prefeito – acusado de peculato, prevaricação, condescendência criminosa e infrações político-administrativas. José Braz Gomes Pereira; Fábio Couto de Araújo Cançado; Mary Couto Cançado Santos; Thais Angélica Cançado Gontijo; Rômulo Lessa; Rubens Lessa; Eneide Carvalho Santos; Fernando Aguiar Carvalho; Joel Paschoalin; João Batista Paschoalin; Terezinha Fontes de Azevedo; Geraldo Lopes Salgado; Marcelo Augusto Gomes Pereira; Luiz Alfredo Gomes Pereira; Renato Antônio Gomes Pereira e Leandro Márcio Gomes Pereira, todos donos de empresas de ônibus – acusados de formação de cartel. José Márcio de Morais Matos, Romeu Aguiar Carvalho, Roberto José de Carvalho, José Braz Gomes Pereira Júnior, Renaldo de Carvalho Moura e Humberto José Gomes Pereira, todos donos de empresas de ônibus – acusados de associação criminosa, estelionato e formação de cartel. Célio Bouzada, ex-presidente da BHTrans – acusado de associação criminosa, estelionato, prevaricação, falsidade ideológica, advocacia administrativa, falso testemunho e supressão de documento. Daniel Marx Couto, ex-diretor da BHTrans - acusado de associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica e prevaricação. Adilson Elpídio Daros, ex-diretor da BHTrans – acusado de associação criminosa, estelionato, prevaricação, falso testemunho, falsidade ideológica e supressão de documento. Shaila Santos da Silva – acusada de falsidade ideológica. Maciel Consultores – acusada de estelionato. Transfácil – acusada de apropriação indébita. Acesse o relatório final da CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS NO LINK ABAIXO:

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VÍDEO - CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS ENTREGA RELATÓRIO FINAL - 36ª REUNIÃO

 Nesta segunda-feira, 08 de novembro, a CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS se reuniu para que fosse lido o relatório final produzido pela comissão.

Assista a 36 ª reunião.

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Alexandre Kalil responde a denúncias feitas por ex-chefe de gabinete da Prefeitura de BH

 Kalil disse em áudio que empresários de ônibus pagariam defesa de ex-presidente da BHTrans. Segundo Alberto Lage, Kalil declarou fato a ele em reunião realizada em agosto. Concessionárias desembolsariam R$ 1 milhão para contratar advogados. Um deles, Hermes Vilchez Guerrero, inclusive, foi designado, nesta quinta-feira (21), por Kalil, para compor como titular o Conselho de Ética Pública da Prefeitura de Belo Horizonte.

Imagens Rádio Itatiaia


Funcionários do alto escalão da prefeitura prestam depoimentos na CPI da Covid-19 na Câmara de BH

 27ª Reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19

Data/hora: 21/10/2021 - 09:00 Assunto: Oitivas: 09h - Presidente da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte, Diogo Prosdocimi, para, pessoalmente, prestar informações sobre a responsabilidade do Poder Executivo no que diz respeito à exposição à Covid-19 dos usuários do sistema de transporte público em coletivos superlotados, bem como sobre o auxílio financeiro fornecido às empresas concessionárias de transporte coletivo pela PBH em razão de supostos prejuízos de tais empresas. 10h - Ex-presidente da BHTrans, Célio Freitas Bouzada, e o ex-chefe de gabinete do Prefeito Alexandre Kalil, Alberto Lage, para acareação, a fim de esclarecer divergências nos depoimentos prestados no tocante a autoria da proposição de compra antecipada de passagens, bem como às medidas adotadas pelo Município para o enfrentamento da COVID-19.

Confira:
 

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

34ª Reunião da CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS

 34ª Reunião - Comissão Parlamentar de Inquérito: BHTrans

Data: 13/10/2021
Assunto: Oitiva - Finalidade: Intimar o Secretário Municipal de Governo, Adalclever Ribeiro Lopes, para prestar informações pessoalmente, na qualidade de testemunha, com a finalidade de elucidar fatos que podem consistir em eventual obstrução das investigações realizadas pela CPI.


quarta-feira, 22 de setembro de 2021

ELAS APARECERAM: fomos abrir as caixas do processo licitatório do transporte de BH de 2008

Acabamos de abrir as 8 caixas do processo licitatório do transporte e trânsito de BH de 2008. A polícia civil vai periciar os documentos e a CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS tentará uma parceria para que estes documetos sejam digitalizados e que o processo seja mais célere. Seguimos firmes mostrando a verdade para o cidadão.

Confira:

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

28ª Reunião da CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS

Oitiva do Senhor Renaldo de Carvalho Moura - ex-Presidente do Conselho Operacional do Transporte Coletivo de Passageiros por ônibus do Município de Belo Horizonte (TRANSFÁCIL).

Oitiva do Senhor Ralison Guimarães de Andrade - Presidente do Conselho Operacional do Transporte Coletivo de Passageiros por ônibus do Município de Belo Horizonte (TRANSFÁCIL)
Reunião realizada em 25/08/2021.


quarta-feira, 4 de agosto de 2021

23ª REUNIÃO DA CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS

Data: 04 de agosto de 2021

Assunto: Oitiva - Finalidade: Intimar Renata Avelar Barra Righi, engenheira técnica da empresa TECNOTRANS Engenheiros Consultores, para prestar depoimento a esta comissão, pessoalmente, na condição de testemunha.

Situação: Adiado o evento, mantida a reunião.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Caixa Preta da BHTrans: A podridão está vindo à tona

O empresário Roberto José Carvalho, dono da Rodopass, ficou em silêncio durante toda oitiva da CPI da BHTrans desta quarta-feria, 7 de julho.

Um vídeo apresentado na CPI mostrou o empresário entregando muito dinheiro a um homem que na época era presidente do sindicato dos motoristas e cobradores.

A Comissão apontou vários indícios de que despesas pessoais da família do empresário tenham sido incluídas na tarifa do transporte público de Belo Horizonte.

Muitos documentos da contabilidade da empresa que incluem notas fiscais de serviços contratados para o casamento de uma parente do empresário no valor de R$ 45 mil e despesas com escola de familiares na ordem de R$ 2,2 milhões, que teriam sido pagos pelo caixa da Rodopass.

Confira no vídeo.