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terça-feira, 13 de setembro de 2022

ATENÇÃO: você pode estar sendo ENGANADO

Em época de eleição a mentira pode enganar os desavisados.

Tenha bastante atenção nas falas do ex-prefeito Alexandre Kalil. Ele tenta manipular a verdade dos fatos. Isso não vai passar despercebido. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

"Diga-me com quem andas e eu te direi quem tu és"

 


Lula fala que não é dono do triplex nem do sítio. Kalil diz que não é dono de imóvel para deixar de pagar o IPTU. Mas a mentira tem perna curta. Documento da SUDECAP afirma que é possível identificar a existência de imóvel pertencente ao ex-prefeito Kalil, bem como seu índice cadastral. Kalil está fazendo manobras tentando se esquivar, mas estamos de olho nos detalhes. Vamos exigir que a procuradoria do município cobre as dívidas do Kalil.

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

A PREFEITURA de BH já PAGOU sua DÍVIDA alguma vez?

 


Absurdo. A Prefeitura de BH pagou dívida trabalhista de empresa do ex-prefeito Kalil. Mas por que até agora nada de ressarcimento dos cofres públicos? A Prefeitura já pagou sua dívida (do cidadão) alguma vez? Kalil não pagou salário do funcionário que atendia a um contrato da empresa prestadora de serviço para a prefeitura e a conta ficou para o município. A Fergikal é uma empresa em que o ex-prefeito é sócio majoritário e que esconde seu patrimônio para se blindar dos diversos processos judiciais. Exigiremos que o dinheiro do belo-horizontino seja reposto.

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

O prefeito que não deixou saudades



O rastro da péssima administração do ex-prefeito Alexandre Kalil é visível em nossa cidade. Alguns exemplos: - Cidade suja e desorganizada - Mais de 10 mil pessoas morando nas ruas - Sucateou a educação em BH mantendo as escolas fechadas - Fechou o comércio da cidade acabando com mais de 7 mil empresas Ele deixou Belo Horizonte às traças. Kalil: um ex-prefeito que não deixou saudades.

quarta-feira, 20 de julho de 2022

A prefeitura deixou de cobrar seu IPTU?

Após quase sete anos de disputa judicial, a PBH desistiu de cobrar uma dívida por falta de pagamento de IPTU contra o ex-prefeito Alexandre Kalil.

terça-feira, 7 de junho de 2022

O DESCONTROLE do ex-prefeito Alexandre KALIL

Kalil descontrolado xingando jornalistas não deixa ninguém surpreso! Seu autoritarismo já fez diversas vítimas! Quando lhe convém aparenta ser bonzinho, mas é só ser confrontado com a realidade dos fatos que a máscara cai.

Se na pré-campanha ao governo do Estado está assim, imagina depois? Vídeo gravado em 06/06/2022

terça-feira, 5 de abril de 2022

A solução do transporte público de BH passa pelo cumprimento do contrato de concessão

Ônibus lotados e sem conforto, além da falta de linhas em alguns horários. Quem sofre com tudo isso é a população, que está refém das concessionárias de transporte público de BH. Por isso, foi importante a derrubada de veto que retirou o beneficio fiscal das empresas de ônibus. É importante que o contrato de concessão seja restabelecido nos seus parâmetros originais e que venha a ser cumprido. Agora vem a pergunta: se o contrato não é bom para as partes, por que não repactuá-lo?

Saiba mais 


segunda-feira, 28 de março de 2022

O cidadão já não aguenta mais pagar a conta do péssimo serviço de transporte público

 


Quem sempre paga a conta do péssimo serviço de transporte público é o cidadão.

Ônibus lotados, pontos cheios, passagem cara, itinerários defasados e ônibus que quase nunca cumprem seus horários. O caos está instalado.

Mas por que nosso transporte público por ônibus chegou a este ponto?

Te respondo: estamos “amarrados” em um contrato de 2008 que só terá fim em 2028. São 20 anos de concessão. É muito tempo. O que foi pensado lá atrás talvez já não sirva mais para os dias atuais.

Novas ideias devem ser pensadas. Novos caminhos devem ser trilhados.

Por isso eu te pergunto: se não está bom para ninguém, por que continuar com o contrato?

Reflita.

Eduardo Costa comenta a RENÚNCIA de KALIL da prefeitura de BH

 

quinta-feira, 24 de março de 2022

Vereadores querem saber sobre devolução de recursos à PBH por empresas de ônibus

Valores são de repasse feito na pandemia. Audiência vai debater o não pagamento de multas pelas concessionárias


O prefeito Alexandre Kalil (PSD) e o presidente da BHTrans, Diogo Prosdocimi, devem responder à Câmara sobre a compensação e devolução de recursos repassados à Transfácil e às empresas de ônibus durante a pandemia, apurados pelas CPIs da BHTrans e da Covid-19, em 2021. O pedido de informações foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário, em reunião realizada nesta quinta-feira (24/3). O objetivo é apurar, entre outras coisas, quanto já foi compensado e devolvido aos cofres públicos. A Comissão também aprovou a realização de audiência pública para debater questões relacionadas aos débitos de multas das empresas de ônibus e de valores em situação de dívida ativa relacionados a estas empresas. Em outra audiência, os vereadores vão discutir problemas relativos à utilização da Praça do Papa. Confira aqui a pauta e o resultado da reunião.

 
Recursos repassados para empresas de ônibus

Mais de R$ 200 milhões. Este foi o valor repassado pela Prefeitura às empresas que fazem o transporte coletivo na cidade durante os anos de 2020 e 2021. A informação foi repassada aos vereadores pelo presidente da BHTrans, Diogo Prosdocimi, durante oitiva realizada pela CPI da BHTrans, em junho do ano passado. A CPI foi criada para apurar a prestação do serviço de transporte público coletivo de passageiros na capital e a omissão da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) quanto à fiscalização das concessionárias, principalmente durante o contexto pandêmico. De acordo com a BHTrans, o valor repassado às empresas tinha como objetivo manter mais ônibus circulando na cidade mesmo com a demanda reduzida por causa das medidas relativas ao combate ao coronavírus. 

Passados alguns meses da finalização dos repasses, os vereadores querem saber quanto o Município já foi compensado pelos repasses, se algum valor foi devolvido para a Prefeitura e ainda qual o saldo do crédito atual que a Prefeitura possui com as empresas do transporte coletivo. O pedido de informação é de autoria do vereador Braulio Lara (Novo), que destacou que os repasses de recursos da PBH para a Transfácil, a título de "compra antecipada de créditos de vales-transportes”, foram embasados em aditivos contratuais para a antecipação de crédito no contrato de compra de vales-transportes de servidores municipais e em acordo judicial. A solicitação é destinada ao chefe do Executivo, prefeito Alexandre Kalil, e ao presidente da BHTrans.  

Multas não pagas

Outra informação repassada aos vereadores durante a CPI trata da quantidade de multas não pagas pelos empresários do transporte coletivo ao Município. O tema voltará ao debate em audiência pública a ser realizada no dia 28 de abril, às 13h30, no Plenário Camil Caram. Segundo o presidente da BHTrans, em oitiva da CPI da Covid-19 ocorrida em julho do ano passado, cerca de 35 mil multas haviam sido aplicadas às empresas durante a pandemia, até aquele momento. À época, Diogo Prosdocimi afirmou que "o trâmite administrativo exagerado impõe ritmo necessário para que as pessoas ou empresas tenham direito ao contraditório", explicando ainda que são até 90 dias na primeira instância prorrogável por mais 90 na segunda instância. Também foi informado aos vereadores que, de 2008 a junho de 2021, cerca de 288 mil multas foram aplicadas às empresas e pouco mais da metade haviam sido pagas.

A audiência quer tratar, além dos débitos relativos às multas, dos valores em situação de dívida ativa devidos pelas empresas de ônibus. No requerimento, Gabriel (sem partido) afirma que foram aplicadas mais de 120 mil multas, que até o momento, não foram pagas. “As concessionárias de Belo Horizonte receberam, entre 2020 e janeiro de 2022, 126.959 autuações por descumprimento de regras municipais para o transporte público, mas até agora nenhuma multa foi paga”, afirmou. 

Gabriel defende a necessidade de identificar e verificar o processo de tramitação das multas, desde sua emissão até o seu efetivo pagamento, e qual o montante pago pelas empresas em relação ao valor total das multas emitidas, ano a ano. Ele explica que, caso as multas não sejam pagas em um período de 5 anos, a dívida expira e que, por isso, é “necessário apurar em qual fase os empresários estão sendo beneficiados pelo não pagamento, já que essa situação gera enormes prejuízos à sociedade e ao erário.” 

Para participar do debate, serão convidados, além do presidente da BHTrans, representantes da PBH, do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de BH (Setra-BH), e da 17ª Promotoria de Justiça e Defesa do Patrimônio Público de BH. 

Praça do Papa

Em outra audiência pública aprovada pela Comissão Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário a pedido de Braulio Lara, os vereadores vão debater problemas relacionados à conservação, à ocorrência de atividades irregulares, segurança e perturbação do sossego na Praça do Papa além do fluxo de veículos no entorno do espaço localizado no Bairro Mangabeiras.  A audiência, marcada para o dia 31 de março, às 13h30, no Plenário Camil Caram, terá como convidados representantes da PBH, da Associação do Bairro Mangabeiras, da Coordenadoria da Administração Regional Centro-Sul, da Belotur, da SLU, da BHTrans, da Guarda Municipal, das Polícias Militar e Civil, e de moradores, comerciantes e empresários da região. 

A Praça Israel Pinheiro, mais conhecida como Praça do Papa, está localizada na Avenida Agulhas Negras a mais de 1.100 metros de altitude e é um dos pontos turísticos mais conhecidos de Belo Horizonte. A praça ganhou o nome de Praça do Papa em 1980, após visita do Papa João Paulo II à cidade. Em matérias publicadas na imprensa, a Associação de Moradores do Bairro Mangabeiras reclama ainda de sujeira no local, destacando que visitantes deixam lixo no espaço diariamente.

Entre os 24 requerimentos analisados na reunião desta quinta-feira, a comissão também aprovou a realização de audiência pública para discutir sobre a nova diretoria da BHTrans, visitas técnias a várias regiões da cidade e pedidos de informação sobre obras inacabadas e alteração no itinerário de linhas de ônibus.

Assita aqui à íntegra da reunião.


Fonte: Superintendência de Comunicação Institucional da CMBH

sábado, 5 de março de 2022

Nely Aquino, presidente da CMBH, fala sobre não recebimento do PL que reduz passagem de ônibus

 Em coletiva realizada nessa sexta-feira, 05 de março, a presidente da Câmara Municipal de BH, Nely Aquino, falou sobre não recebimento do PL que teoricamente reduz passagem de ônibus.

Imagens O Tempo.
Confira.

Central 98 Entrevista com a presidente da Câmara, Nely Aquino

 Nely Aquino, presidente da Câmara Municipal de BH, concede entrevista ao programa Central 98, da rádio 98 FM.

Data: 04/03/2022
Confira:

NELY AQUINO REBATE FALA DE KALIL SOBRE A PL DA REDUÇÃO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS 'INCOMPETÊNCIA DA PBH'

Em entrevista exclusiva à Itatiaia, a presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Nely Aquino, rebateu a fala do prefeito de BH sobre a PL da redução da passagem de ônibus: "incompetência da Prefeitura'".

Confira a entrevista na íntegra.

Imagens Rádio Itatiaia


quinta-feira, 3 de março de 2022

A VERDADE DOS FATOS

 Alexandre Kalil trata a crise dos ônibus em Belo Horizonte com mentiras. Em 21 de dezembro de 2021, disse que iria reduzir a passagem. Em 31 de janeiro de 2022, a presidente da Câmara cobrou o prefeito sobre uma ação concreta. Ele respondeu no mesmo dia afirmando que dependia de acordo que seria fechado em audiência marcada para o dia 07 de fevereiro de 2022. Ele não foi. O juiz pediu dados abertos sobre os valores. A prefeitura ficou de apresentar essas informações em 14 de fevereiro de 2022. De última hora, o prefeito desistiu da audiência na Justiça e mandou um texto para a Câmara Municipal repleto de falhas.

Quais são essas falhas? Quatro, em resumo. 

1) o artigo 2° do projeto de lei cria ordenamento “previsto em contrato” sem especificar qual contrato, citando ainda “grupos tarifários” que não estão previstos em nenhuma legislação; 

2) o artigo 5° determina que o subsídio proposto pelo Projeto de Lei deverá ser “objeto de termo aditivo ao contrato de concessão” sem dizer qual é o contrato; 

3) ainda no artigo 5°, a expressão “fórmula paramétrica” não possui definição legal, configurando mais um elemento de falta de clareza, além da ambiguidade na redação que contém duas possibilidades contrárias possíveis; 

4) ainda no artigo 5°, há ausência da deliberação no texto da lei.

O Regimento Interno estabelece que o Presidente somente receberá a proposição que esteja redigida com clareza, observância da técnica legislativa, do estilo parlamentar e não constitua matéria prejudicada.

A prefeitura já liberou R$ 220 milhões para as empresas de ônibus. Este projeto previa mais R$ 156 milhões. Mais dinheiro para os empresários não resolve o problema. Isso vai garantir pontualidade e qualidade? Não. Afinal, Alexandre Kalil prometeu abrir a caixa-preta, mas nunca agiu de verdade para isso acontecer. 

Se o projeto fosse votado e rejeitado, não poderia ser discutido ainda em 2022. A devolução possibilita à Prefeitura a oportunidade de corrigir os seus erros. O caminho é recriar o Comitê de Repactuação do Contrato dos Ônibus e Reformulação de Tarifas do Transporte Coletivo de Belo Horizonte para que esse assunto seja conduzido de maneira adequada.