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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

O jeito PT de fazer X o jeito NOVO de fazer!


De acordo com o Mapa de Empresas, divulgado pelo governo federal, no primeiro quadrimestre de 2023, foram fechadas 736.977 empresas no Brasil.


O número representa um agravamento em 34,3% sobre o último quadrimestre de 2022, bem como 34,7% sobre o mesmo período em 2022.

Esse é o resultado de um governo que não tem comprometimento com nenhuma política séria, que favoreça o crescimento real do país. Desenvolvimento econômico perde e o Brasil perde junto.

Em contrapartida, Minas Gerais, sob a direção do nosso Governador @romeuzemaoficial, é recorde! Nosso estado registrou o melhor desempenho na abertura de empresas para o mês de agosto desde 2019.

O número representa um avanço de 9,23% sobre agosto de 2022, quando foram constituídas 7.497 empresas. O Estado acumula 58.856 empresas abertas desde o início do ano, um salto de 9,73% em relação aos mesmos oito meses do ano passados.

E Belo Horizonte não pode ficar de fora desse movimento. Nossa cidade precisa de atrair empresas e gerar empregos.

O @partidonovo30 segue mostrando que existe um caminho, verdadeiramente, NOVO para se reconstruir o Brasil.


quinta-feira, 6 de julho de 2023

TFLF mais justa rejeitada!


Foi rejeitada hoje a proposta de minha autoria que tornaria a Taxa de Fiscalização, de Locação e Funcionamento mais JUSTA em BH.

Depois de tentar muito diálogo com a Prefeitura, depois de retirar de pauta várias vezes e tentar compor um projeto que só traz benefício para a cidade, o executivo mandou a base REJEITAR a emenda proposta pela PRÓPRIA PREFEITURA e derrubar todo o projeto!

Ou seja, de acordo com a Prefeitura, os trabalhadores que tem um CNPJ, comerciantes e empresários de Belo Horizonte merecem continuar pagando taxas absurdas e desproporcionais.

Esta é a Prefeitura de Belo Horizonte: INIMIGA de quem gera emprego e renda na cidade.


terça-feira, 5 de abril de 2022

A solução do transporte público de BH passa pelo cumprimento do contrato de concessão

Ônibus lotados e sem conforto, além da falta de linhas em alguns horários. Quem sofre com tudo isso é a população, que está refém das concessionárias de transporte público de BH. Por isso, foi importante a derrubada de veto que retirou o beneficio fiscal das empresas de ônibus. É importante que o contrato de concessão seja restabelecido nos seus parâmetros originais e que venha a ser cumprido. Agora vem a pergunta: se o contrato não é bom para as partes, por que não repactuá-lo?

Saiba mais 


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Governo de Minas lança ações voltadas às micro e pequenas empresas mineiras

    O governador Romeu Zema lançou, nesta quinta-feira (25/2), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, duas ações voltadas às micro e pequenas empresas mineiras, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

    A primeira delas é um decreto de reformulação da política de Arranjos Produtivos Locais (APLs) do estado – grupos de empresas que atuam em um mesmo território com foco nos mesmos produtos e que cooperam entre si. O objetivo é movimentar o desenvolvimento regional e reforçar políticas públicas específicas aos 50 APLs atuantes hoje em Minas Gerais e aos que ainda poderão ser reconhecidos.

    Também foi lançada parceria do Governo do Estado com o Sebrae Minas, por meio do Sebraetec, para capacitar e ajudar cerca de 6 mil pequenos e médios empresários a alavancar suas atividades em 400 cidades do Estado até 2022 por meio de consultorias. Serão investidos R$ 25 milhões.

INVESTIMENTOS

    Zema destacou que as inciativas fazem parte do esforço para atrair mais investimentos para Minas Gerais. “Estamos indo para R$ 95 bilhões em investimentos atraídos desde o início da gestão. Apenas nos dois primeiros anos, 2019 e 2020, foram R$ 88 bilhões atraídos. E isso tende a se intensificar por meio de medidas como essa aqui, além de outras que temos feito na área tributária, no sentido de simplificar as obrigações acessórias, e na área ambiental, para agilizar o procedimento de solicitação, principalmente para micro e pequenas empresas, que são o motor da nossa economia”, disse o governador.

Fonte: Agência Minas

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Braulio Lara assina Projeto de Resolução que suspende decreto da PBH

    O vereador Braulio Lara, junto de demais cinco parlamentares, apresentamos na tarde desta quinta-feira, 21 de janeiro, um Projeto de Resolução que suspende o decreto da PBH que fechou, sem diálogo com a sociedade, o comércio de nossa cidade.

    Braulio tem batido na tecla de que saúde e economia conseguem perfeitamente andar lado a lado. "É necessário fazer uma gestão mais eficaz. Lockdown é uma medida extrema. E além disso, a forma do decreto possui ilegalidades e que precisam ser discutidas", afirma o vereador.

    Segundo o parlamentar a pandemia é real e todo cuidado é necessário. "Mas precisamos preservar os empregos da cidade e retomar as atividades econômicas", finaliza Braulio. 

Assinam o Projeto de Resolução os vereadores Fernanda Pereira Altoé, 
Nikolas Ferreira, Marcela Trópia, Ciro Pereira, Flávia Borja e Braulio Lara

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Kalil decreta fechamento da cidade e vereador Braulio Lara sugere diálogo

    Na manhã desta segunda feira, 11 de janeiro, empresários, comerciantes e funcionários de lojas de Belo Horizonte se reuniram em frente à sede da prefeitura, na Avenida Afonso Pena, para protestar contra o decreto de fechamento das atividades não essenciais na cidade.



       O vereador Braulio Lara esteve presente e é contra o fechamento da cidade sem um diálogo com a sociedade. "Vamos trabalhar pela volta imediata do comércio. A população tem que trabalhar e a prefeitura tem que explicar o porquê de ter reduzido os leitos de UTI Covid", disse.

    O parlamentar apontou que não pode fazer um lockdown em Belo Horizonte alegando alegando falta de leitos. "Que voltem os leitos retirados e mantenha a cidade funcionando com os protocolos de segurança. O comitê de crise da PBH precisa incluir mais entidades da representação do setor produtivo e comércio, do parlamento municipal e também da saúde privada. Temos que estabelecer um diálogo construtivo", ponderou Braulio.

    Lockdown não resolve. Saúde e economia têm que andar juntas! Lockdown é retirar trabalho e empregos da nossa cidade, que já está com sua economia fragilizada. As pessoas querem trabalhar de forma justa e segura!



      O jornal Estado de Minas publicou reportagem informando quais vereadores se posicionaram sobre o novo fechamento do comércio. Leia a matéria no link abaixo:


sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Bate papo entre Braulio Lara e jornalista Eduardo Costa

 

O vereador eleito de Belo Horizonte, Braulio Lara, concedeu uma longa entrevista ao jornalista Eduardo Costa em seu programa Chamada Geral, na Rádio Itatiaia. Ouça o bate papo na íntegra no vídeo abaixo.


quinta-feira, 30 de abril de 2020

O dilema da quarentena - Artigo Jornal - ABR/2020


O dilema da quarentena

Em várias entrevistas das autoridades de saúde, durante a pandemia, foi usada a seguinte frase: “uma quarentena bem sucedida pode parecer não ter sido necessária”. O objetivo principal de se fazer a quarentena é bloquear ou dificultar a propagação do vírus. No entanto, o bloqueio das atividades traz, também, o problema econômico. Sendo assim, não tem como evitar a discussão sobre o que fazer para dosar as medidas.

Belo Horizonte está há pouco mais de 40 dias com seu comércio fechado e permitindo apenas o funcionamento de atividades essenciais. A medida foi muito importante para passar pela primeira fase da pandemia. Foi necessário esse tempo para entender melhor o vírus, colecionar dados para fundamentar análises e equipar a estrutura do sistema de saúde. Nesse período, coletamos bons resultados: baixo índice de mortes (17 óbitos registrados até o dia da publicação), hospitais preparados e com capacidade disponível e engajamento da população nas medidas de segurança e higiene.

A tendência é que conviveremos com o vírus por muito tempo. A curva de contaminação não vai parar de avançar até que grande parte da sociedade se torne imunizada, tendo recebido o vírus pelo menos uma vez. Ou seja, temos que avançar retardando ao máximo a propagação do vírus.

No entanto, o tempo está passando e é preciso enxergar uma direção para trabalhar a saída do isolamento. As pessoas estão perdendo suas fontes de renda. E quando a classe empresarial se manifesta em prol de flexibilização, não pode ser rotulada como insensível aos problemas de saúde. Tenho certeza que ninguém está pensando em ganhos, mas sim em sobrevivência. As empresas, principalmente as pequenas, são as maiores responsáveis por manter a renda de muitos trabalhadores.

As autoridades de saúde afirmam que não há segurança para se abrir o comércio agora, porém não apresentam quais seriam os indicadores de monitoramento, para se formar um cenário que subsidie a decisão da saída do bloqueio. Critérios técnicos são citados com frequência. Contudo, quais são os critérios? Esperar o noticiário parar de falar que em outros cantos do mundo morrem pessoas diariamente? Esperar declarações de prefeitos anunciando abertura de covas aterrorizando a população?

Já é hora de um debate franco e honesto para se estruturar o planejamento de retomada das atividades. O resultado positivo, obtido até aqui, envolveu sacrifício de todos e pode muito bem ser mantido se cada um fizer sua parte. Ninguém quer um colapso no sistema de saúde e muito menos a perda de vidas. Mas a inércia pode destruir muitas famílias que não terão, em breve, de onde tirar o seu sustento. Precisamos que as autoridades confiem mais nas pessoas e permitam que voltem ao seu trabalho com cautela, responsabilidade e seguindo um protocolo de segurança a ser pactuado.

Braulio Lara
Empresário e Morador do Buritis – 39 anos; Professor do Curso de Engenharia Civil da UNI-BH; Mestre em Ciência da Computação pela UFMG; Pós Graduado em Gestão de Custos e Controladoria pela UNI-BH; Bacharel em Ciência da Computação pela UNI-BH; Técnico em Eletromecânica pelo CEFET-MG; Corretor de Imóveis registrado no CRECI (Diretor da SOLIMOB Netimóveis);
Artigo publicado no jornal Folha Buritis em 30/04/2020

terça-feira, 31 de março de 2020

CTI Empresarial e o desemprego - Artigo Jornal - MAR/2020


CTI Empresarial e o desemprego

Veio a primeira onda. Houve medo. Medidas drásticas. Isolamento. A ameaça não poderia se proliferar tão rapidamente. Precisava-se de tempo. Risco de colapso. Demos conta. Furamos a onda. Mas quando voltamos à tona, vinha a segunda onda.

Muitos pensaram que somente havia a primeira, pois pela sua altura, perdeu-se a referência da linha do horizonte. Mas tinha outra, tão grande que assustou mais ainda. Ainda bem que muitos já tinham percebido que haveria essa também. E tentaram tomar providências antecipadas, mesmo quando poucos percebiam ou aceitavam.

Então, hospitais de campanha foram criados para tratar dos pacientes empresariais. Uns pequenos, outros grandes. Uns informais outros não. Uns com expressivas folhas de pagamento. Outros com apenas o próprio dono responsável por tirar daquela microempresa o seu sustento e de sua família.

No CTI, ventiladores mecânicos tentavam dar a sobrevida para permitir que aquelas firmas hospitalizadas tivessem como respirar. Precisavam de crédito para absorver os prejuízos acumulados mensalmente pela falta de oxigênio oriunda da queda de faturamento. Os clientes que estavam no ar, não compravam, pois no ar havia uma possibilidade invisível de contaminação, anestesiando o mercado.

Algumas muito debilitadas tiveram que ir para a sala de cirurgias. Tiveram que amputar braços e pernas. Alguns órgãos foram removidos e com isso muitos empregos tiveram que ser eliminados. Mas era a única chance de sobreviver, pois assim, poderiam tentar pelo menos diminuir os custos que mantinham o corpo vivo.

O cenário era catastrófico. Todos os dias, muitas empresas saíam mortas do hospital. Todas as poupanças ficaram pelo caminho tentando dar sobrevida ao negócio. E sem nenhum dinheiro, muitas endividadas, as pessoas não sabiam como fariam para colocar o alimento dentro de suas casas. Famílias choravam sem saber o que fazer ao ver sua fonte de sustento sumir trazendo incerteza, angústia e desespero.

Aquelas que ficaram em pé tentaram entrar em programas de assistência de um Estado também quebrado. No entanto, não podiam se beneficiar, pois todas as suas certidões estavam com apontamentos restritivos. Mesmo tendo alta do hospital, sem nenhuma reserva financeira, não conseguiriam mais andar pelos mesmos mercados. Sua estrutura definhou e agora, para adquirir novamente seu vigor, teriam que se sujeitar aos elevados juros das pseudo linhas de crédito para fomento e desenvolvimento.

Já acordado, pensei: será apenas um pesadelo? Para alguns esse texto não fará sentido. Mas é realidade para muitos, letrados ou não, que vivem empresas de todo porte. As necessidades de ação nesse momento exigem ponderação e união. Muitos insistem em pensar que existe apenas uma onda. Mas existem duas. E por isso é hora de refletir, dialogar e assim conjuntamente apontar as melhores saídas para esse momento tão difícil da nossa história. Com fé, paciência e muito trabalho, vamos sair dessa! Que Deus abençoe a todos!


Braulio Lara
Empresário e Morador do Bairro Buritis (Belo Horizonte/MG) – 38 anos; Professor do Curso de Engenharia Civil da UNI-BH; Mestre em Ciência da Computação pela UFMG; Pós Graduado em Gestão de Custos e Controladoria pela UNI-BH; Bacharel em Ciência da Computação pela UNI-BH; Técnico em Eletromecânica pelo CEFET-MG; Corretor de Imóveis registrado no CRECI (Diretor da SOLIMOB Netimóveis);

Artigo publicado no jornal Folha Buritis em 31/03/2020