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segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Uns falam, outros fazem!


Poucos meses para o fim do primeiro ano de presidência petista, fica evidente o descaso do Governo Lula com um investimento crucial: a alfabetização.


Dos R$801 milhões previstos para 2023, NENHUM CENTAVO foi de fato investido!

Já no NOVO, a defesa da educação não fica apenas no discurso, mas sim nos resultados.

Em Minas Gerais, estado comandado por Romeu Zema, conquistamos a maior média no ENEM pelo terceiro ano consecutivo.

Priorizar a educação é priorizar o futuro do Brasil. O caminho para isso? Menos discurso e mais ação!


segunda-feira, 24 de julho de 2023

O sucateamento do Carlos Prates


No terceiro e último vídeo da série sobre o Aeroporto Carlos Prates, eu mostro a incoerência das ações do poder público.

Durante anos, a estrutura foi sendo sucateada pela Infraero. Abandonado e esquecido, o aeroporto sobreviveu graças às empresas que ali estão.

Serviu de cabide de emprego por muito tempo e gerou número ruins, devido à ineficiência do governo em gerir o aeroporto.

Barraram investimentos e não deixaram esse equipamento tão importante para BH crescer.

Parque? Já existe, mas está abandonado. Hospital? Temos um colado ao aeroporto, mas não é bem utilizado.

Enquanto isso, a Prefeitura promete um sonho, se esquecendo do que já é uma realidade e poderia ser apenas aprimorado.


quinta-feira, 29 de junho de 2023

Belo Horizonte está encolhendo!





Nossa cidade parece que luta para expulsar investimentos, produção e desenvolvimento.

O que estamos vendo é o resultado de políticas que desfavorecem empresas, investidores, empreendedores e cidadãos, como um todo.

Enquanto isso, as cidades da região metropolitana crescem. As pessoas estão migrando em busca de melhores condições para trabalharem e para viverem.

BH, mais uma vez, retroage.

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Agora é lei!


Dá pra imaginar que placas solares poderiam ser caracterizadas como área construída e trazer dor de cabeça para quem quer contribuir na geração de energia solar?

Mas a notícia boa é que a Lei Nº 11.506, de minha autoria, foi sancionada pelo Prefeito e agora teremos uma flexibilização para as placas solares deixarem de ser consideradas como área construída, incentivando a instalação de energia limpa e conferindo mais liberdade para investimento em BH!
A Lei traz a melhoria ao Código de Edificações do Município para que as placas não entrarem na caracterização de área construída.
Continuarei trabalhando por Leis que comuniquem valores essenciais a uma cidade, como liberdade, desburocratização, facilidade para empreender e inovação.

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Parceria com a saúde de BH

 



Ontem recebi uma homenagem do Hospital Evangélico de Belo Horizonte. Através do mandato, direcionei R$ 80 mil de emenda impositiva à instituição que tem sido referência na nossa cidade.

Me sinto honrado e feliz em ser parceiro de um hospital que contribui tanto com a saúde do município.
Quero continuar trabalhando para que BH tenha uma saúde cada vez melhor, mais organizada e mais preparada.

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Cidadão tem até 31 de maio para enviar sugestões ao PL que define prioridades para 2022

    


     Até a próxima segunda-feira, dia 31 de maio, às 15 horas, cidadãos e associações ou entidades da sociedade civil podem enviar sugestões populares ao projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2022. As propostas de mudança do projeto devem ser encaminhadas por meio de formulário eletrônico disponível no site www.cmbh.mg.gov.br e clicar no banner SUGESTÕES POPULARES. 

    A sugestão deverá conter informações suficientes à sua total compreensão, e identificar o dispositivo do projeto que se pretende modificar, com destaque em negrito das alterações realizadas.

    O PLDO é o plano que contém as estimativas de receitas e despesas do Município, bem como os locais (programas e ações) onde os recursos serão gastos. Por meio das sugestões, cidadãos participar da definição das políticas que orientam o planejamento do governo municipal e as políticas de aplicação dos recursos públicos na oferta de serviços à sociedade.

    Participe das decisões sobre os rumos da gestão de Belo Horizonte.

    Esta é a sua oportunidade!



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Governo de Minas lança ações voltadas às micro e pequenas empresas mineiras

    O governador Romeu Zema lançou, nesta quinta-feira (25/2), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, duas ações voltadas às micro e pequenas empresas mineiras, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

    A primeira delas é um decreto de reformulação da política de Arranjos Produtivos Locais (APLs) do estado – grupos de empresas que atuam em um mesmo território com foco nos mesmos produtos e que cooperam entre si. O objetivo é movimentar o desenvolvimento regional e reforçar políticas públicas específicas aos 50 APLs atuantes hoje em Minas Gerais e aos que ainda poderão ser reconhecidos.

    Também foi lançada parceria do Governo do Estado com o Sebrae Minas, por meio do Sebraetec, para capacitar e ajudar cerca de 6 mil pequenos e médios empresários a alavancar suas atividades em 400 cidades do Estado até 2022 por meio de consultorias. Serão investidos R$ 25 milhões.

INVESTIMENTOS

    Zema destacou que as inciativas fazem parte do esforço para atrair mais investimentos para Minas Gerais. “Estamos indo para R$ 95 bilhões em investimentos atraídos desde o início da gestão. Apenas nos dois primeiros anos, 2019 e 2020, foram R$ 88 bilhões atraídos. E isso tende a se intensificar por meio de medidas como essa aqui, além de outras que temos feito na área tributária, no sentido de simplificar as obrigações acessórias, e na área ambiental, para agilizar o procedimento de solicitação, principalmente para micro e pequenas empresas, que são o motor da nossa economia”, disse o governador.

Fonte: Agência Minas

terça-feira, 1 de março de 2016

Boa e velha vaquinha

Quem nunca fez uma vaquinha? Esse conceito popular comumente utilizado e hoje até automatizado em sites específicos, permite que um grupo de pessoas se empenhe de forma proporcional para adquirir um determinado bem ou objeto.

O mercado sempre tentando criar alternativas para os momentos que vivemos, reativou de forma mais intensa os consórcios. Enquanto as taxas de juros estavam baixas (ou acessíveis melhor dizendo), os consórcios ficaram um pouco esquecidos. Afinal era mais convidativo contratar um financiamento que daria acesso imediato ao bem do que se envolver com um sistema de compra que depende de sorte e probabilidade.

Na verdade o consórcio é uma vaquinha mensal sorteada a um dos participantes do grupo. A cada mês, todos juntam um dinheiro (valor do bem) e distribuem a um sortudo que teve seu número escolhido entre os demais. Mas e se eu for o último a ser sorteado?

Na verdade se você é disciplinado, já tem seu capital e tem condição de comprar tudo à vista, acredito nem precisar continuar nossa conversa, pois o ideal é você utilizar seu dinheiro para uma excelente compra à vista. Mas se essa não é sua realidade, entrar em um consórcio, mesmo vindo a ser o mais azarado do grupo e se tornar o último a ser contemplado, pode não ser de tudo ruim. Talvez tenha sido a forma que você se viu forçado a economizar e ao final ter o dinheiro para comprar o tão sonhado (ou planejado) bem. Mas e se a sorte estiver ao seu lado?

Claro que o consórcio tem um custo além do custo do bem. As administradoras cobram uma taxa de administração que varia de acordo com a modalidade (veículos ou imóveis), prazos e valores. Mas esse custo é bem menor que os juros pagos ao longo do período em um financiamento. Tecnicamente o consórcio não tem juros.

Como os juros no mercado tem subido e o crédito tem sido mais escasso, os consórcios voltaram para viabilizar a compra de carros, apartamentos, lotes, etc. Inclusive tem sido muito acessados para aqueles que tem como objetivo de dar lances para acelerar contemplações. São muitos detalhes que tem que ser observados mas acredito ser uma boa alternativa para realizar a compra de um bem. Imagine com um ano de economias, já ter a possibilidade de adquirir um imóvel. O fato é que pode ser uma boa alternativa a se pensar. Lembre-se da boa e velha vaquinha!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Imóveis sempre foram importantes para quem quer ganhar dinheiro

Desde os primórdios, a propriedade de imóveis foi uma estratégia utilizada como investimento. Quando Belo Horizonte ainda imaginava que seus limites ficariam na então Avenida do Contorno, vários cidadãos visionários compraram terrenos em locais aonde a cidade um dia viria a se expandir. E o resultado foi evidente.

Ações na bolsa, títulos de renda fixa e empresas ou franquias são com certeza boas opções de investimento. Mas o imóvel em especial, mesmo em alguns casos com taxas de retorno menores, tem um comportamento interessante a ser percebido. Eles permitem fluxos de caixa perenes (aluguéis), tem seus valores corrigidos (em longo prazo) pela inflação e atravessam momentos econômicos difíceis trazendo a seu proprietário segurança no seu patrimônio.

A dificuldade de perceber esses investimentos em imóveis está na visão em longo prazo. De um modo geral, todos querem resultados instantâneos. Mas o que teremos daqui a 5 ou 10 anos? As respostas às vezes não estão embaixo do seu nariz. E obtê-las requer observação e estudo.

O Buritis mesmo é um exemplo disso. Quem nas décadas de 80 a 90 imaginou que comprando um lote por R$ 10,00/m², venderia por R$ 1.000/m²? Quem imaginou comprar um apartamento e vender por um preço três vezes maior em 10 anos? O fato é que as oportunidades estavam lá e algumas pessoas as perceberam.

Atualmente passamos por um momento de crise, recessão na nossa economia e desaceleração do investimento. Certamente é um momento que oportunidades surgem a todo instante. Mas o que falta para buscá-las? Muitos acham que a questão é ter dinheiro na conta. Isso é bom, mas não é o principal. Ter informação é o principal.

Um pedreiro que trabalhou comigo me encontrou e me contou todo feliz que estava conseguindo fazer o que havia lhe falado: ele colocou suas reservas conquistadas no bom período que a construção civil teve até 2013 na aquisição em um barracão de 2 quartos em uma localidade na periferia de Belo Horizonte, na divisa com Santa Luzia. Ele aplicou em torno de R$ 40 mil e hoje tem um aluguel de pouco mais que R$ 500. Sabe o que isso significa? Que em 7 anos ele pagará todo investimento e para o resto da sua vida terá uma renda de aluguel.

Já em outro nicho, um investidor assumiu uma edificação que estava parada com uma expectativa de investimento na ordem de R$ 7 milhões com um retorno previsto de R$ 3 milhões de ganho líquido em dois anos ou R$ 35 mil de aluguéis por mês. Vale a pena?

Desde um barraco até um apartamento de luxo, os imóveis hospedam oportunidades. Perceber aqueles que podem colocar dinheiro no seu bolso é o mais importante. No popular: pergunte para quem “tem dinheiro” se ele tem imóveis para auferir resultados? Você vai perceber!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Pai Rico ou Pai Pobre?

No meu dia a dia, muitas pessoas me perguntam sobre investimentos e formas de aplicar seu dinheiro. Muito antes de analisar tendências de mercado ou gráficos de bolsa, gostaria de trazer uma provocação sobre nossa educação sobre dinheiro.

Há mais de dez anos, tive a oportunidade de ler o livro Pai Rico Pai Pobre, dos autores R. Kiyosaki e S. Lechter. O livro, de 1997, traz à tona vários pontos de vista que cabem reflexões. Trata-se de uma narrativa sobre os conceitos ensinados ao autor por seu mentor “Pai Rico” que não era seu pai biológico, o “Pai Pobre”. Essa leitura foi um divisor de águas na minha forma de perceber a relação entre profissão, sucesso e valores acadêmicos.

Em nossa sociedade somos treinados, de um modo geral, desde novinhos a nos tornarmos exímios alunos em troca de um futuro promissor, obtendo um bom emprego e dessa forma viabilizar adquirir nosso patrimônio. Mas será que essa é uma visão limitada?

Pessoas que ganham relativamente bem, às vezes não conseguem se libertar de uma vida financeiramente apertada, gastam dinheiro com juros e superficialidades, e às vezes, não conseguem formar um patrimônio para ter um pouco de conforto em suas vidas. Por outro lado, pessoas que nada tinham conseguem ter um sucesso financeiro e com isso realizar seus sonhos. Qual é a chave? Claro que existem milhões de situações mas uma delas é primordial: tem pessoas que focam suas energias em aplicar o seu dinheiro em “coisas” que te fazem gastar mais dinheiro, formando um redemoinho de despesas sem fim, que esgotam por um ralo todas as chances de formar seu patrimônio. Por outro lado, existem pessoas que são disciplinadas a aplicar seu dinheiro em “coisas” que retornam mais dinheiro, seja em novos fluxos de caixa ou valorização. Essas sim são os verdadeiros ativos. Em nossa sociedade de consumo, temos a nossa frente sempre grandes ofertas. Grandes ativos ou passivos? Quanto tempo nós dedicamos sonhando com os passivos e despesas? E quanto tempo nós sonhamos com os ativos que retornam mais dinheiro? Será que estão tão longe assim do nosso dia-a-dia?

E nossa longa jornada de formação, não deveria ser a garantia do sucesso? A resposta é não. Nossa formação nos permite compor nossa “caixa de ferramentas” da vida, que poderia nos dar melhores chances para gerir nossa vida financeira ao longo da existência. Mas do que adianta ter ferramentas e não usar, ou usar de forma inapropriada?

Parece simples mas não é. Ou é tão simples que não entendemos porque tornamos difícil. Talvez a questão seja praticar. Mas se falta prática, e talvez teoria também, o que vamos ensinar aos nossos filhos. Seremos Pais Ricos ou Pais Pobres?