Mais uma vez, vemos a PBH rejeitar o desenvolvimento e a inovação na nossa cidade.
O PL 548/23 que dispõe sobre o bônus tecnológico e a bolsa de estímulo à inovação no ambiente produtivo no município de Belo Horizonte foi rejeitado na Câmara.
O que estamos percebendo é um Executivo que não quer boas soluções para o crescimento e desenvolvimento da capital, mas, sim, que luta em travar a cidade.
Qualquer iniciativa empreendedora é respondida com um grande “NÃO” da Prefeitura.
Até quando teremos uma gestão que não compreende os benefícios da liberdade no ambiente produtivo?
Agora, tem vereador inventando narrativas falsas sobre jatinhos no Aeroporto Carlos Prates.
Durante sua operação, o Carlos Prates chegou a receber jatos apenas duas vezes, por ocasião do fechamento do Aeroporto da Pampulha por incidentes ou acidentes aeronáuticos.
Em NENHUM momento jatos ficaram estacionados ou baseados no aeroporto Carlos Prates, exatamente por sua pista que não tem o comprimento adequado para uma operação de jatos.
No entanto, é mais fácil mentir do que entrar no debate público com dados e informações.
Esses são aqueles que pedem o fechamento do aeroporto. Narrativa populista e descomprometida com a verdade.
Protocolamos um Projeto de Lei para assegurar o Aeroporto Carlos Prates como aeroporto.
O objetivo deste PL é promover a proteção da área de aproximadamente 500 mil metros quadrados onde hoje localiza-se o aeroporto.
A intenção da Prefeitura é transformar o espaço em um grande bairro, conforme divulgado, com cerca de 4,5 mil moradias, e outros empreendimentos urbanos.
Mas o projeto de urbanização proposto pela Prefeitura tem sido feito sem ouvir todos os envolvidos, e sem analisar o impacto do empreendimento para a região, em especial os moradores dos bairros adjacentes ao aeroporto.
A malha viária e toda a estrutura urbana local não comportam o empreendimento nos moldes propostos.
As políticas de habitação precisam ser continuadas, mas considerando outras áreas da cidade. Queremos que as habitações populares sejam construídas onde de fato estavam previstas na Conferência de Política Urbana.
Por isso, estamos dando voz aos moradores da região e lutando em defesa do desenvolvimento econômico da nossa cidade.
BH não pode retroceder. Queremos o aeroporto como AEROPORTO!
Fui acompanhar de perto a apresentação do plano da Prefeitura para o Aeroporto Carlos Prates. O que vimos? Palanque político, discurso idealista e pouca realidade.
Ninguém conseguiu ouvir nada, projeção péssima, som péssimo. Provavelmente, as pessoas que foram mobilizadas para ir ao evento, saíram sem saber o que aconteceu por lá.
Os moradores do bairro não puderam ser ouvidos, mas quem teve voz e microfone foi o movimento da esquerda que gritava: “com luta, com garra, A CASA SAI NA MARRA!”.
As políticas de habitação precisam ser continuadas, mas considerando outras áreas da cidade. Queremos que as habitações populares sejam construídas onde de fato estavam previstas na Conferência de Política Urbana.
Até o mês de março deste ano não existia esta área do aeroporto. Por que agora estão fazendo populismo de falar em resolver os problemas numa área que vai destruir um equipamento econômico tão importante?
A razão ficou de lado e a lógica também. Afinal, é melhor fazer um aceno político, do que encarar os verdadeiros problemas da nossa cidade.
Muitos não conhecem a realidade do Aeroporto Carlos Prates. Nesse segundo vídeo que fiz lá dentro, eu mostro mais uma área de atuação que está sendo expulsa da nossa cidade.
Quando pensamos apenas no aeroporto nos esquecemos da infinidade de mão de obra especializada que tem dentro do da estrutura.
São trabalhadores competentes, que deram sua vida em buscar conhecimento, mas que agora terão de procurar outras cidades para se estabelecerem e trabalharem.
Belo Horizonte está se tornando especialista em ficar parada no tempo, combatendo a geração de empregos e expulsando investimentos.
Fechar um aeroporto que significa tanto para Belo Horizonte e Minas Gerais é um erro estratégico muito sério.
No Carlos Prates temos desenvolvimento econômico, geração de emprego, inovação, tecnologia, atração de investimentos, além de ensino, conhecimento e capacitação profissional.
A Associação Voa Prates tem um projeto incrível de reativação dos serviços e uma proposta de revitalização do espaço, que prevê a instalação, com recursos da iniciativa privada, de equipamentos que beneficiam a comunidade.
Vamos continuar expulsando investimento de Belo Horizonte? Quero saber a sua opinião. Você apoia a retomada das atividades do Aeroporto? Comente!
É impensável jogarmos fora um dos mais importantes capítulos da história de Minas Gerais, como o Aeroporto Carlos Prates?
O Carlos Prates significa desenvolvimento econômico, geração de emprego, inovação, tecnologia e atração de investimentos. Mas também se traduz em ensino, conhecimento, capacitação profissional e serviço ao povo mineiro.
Ao longo das oito décadas de existência, formou mais de 85 mil pilotos. Com o fechamento, empregos serão expulsos da cidade junto de diversos investimentos importantes para nossa capital.
Enquanto o mundo inteiro busca recursos para construção de novos aeroportos, BH vai na contramão do desenvolvimento e briga pelo fechamento. Arraste para o lado e reflita.
Hoje recebemos aqui na Câmara o Rafael Lemos, da Doppelmayr, empresa líder mundial de teleféricos, que nos fez uma apresentação na Comissão de Mobilidade Urbana, Indústria, Comércio e Serviços sobre a solução de Metrocable, que estamos estudando e avaliando para BH.
Obrigado Rafael e Doppelmayr por nos fornecerem tanto conhecimento oportuno para discutirmos a mobilidade urbana da nossa capital.
Belo Horizonte precisa de novas soluções para o transporte e estamos em busca de pautar métodos inovadores que coloquem nossa cidade no rumo do desenvolvimento.
Tem lógica motorista de ônibus ter que dirigir e ser trocador ao mesmo tempo? Claro que não! É por esse motivo que a bilhetagem eletrônica se faz mais do que necessária para BH.
Aprovamos ontem um Projeto de Lei muito importante que traz inovação para nossa capital. Os ônibus de BH deixarão de receber em dinheiro e passarão a receber somente pelo sistema de bilhetagem eletrônica.
O intuito é modernizar o pagamento das passagens, sugerindo a adoção de novo sistema de bilhetagem eletrônica, com cartões inteligentes recarregáveis, meios de pagamento por aproximação e até uso de QR Code (Pix) e cartões de crédito e débito.
Ressalto que a bilhetagem tem que funcionar de forma independente, permitindo inclusive, a concorrência entre empresas distintas.
Várias empresas podem estar credenciadas a prestar o serviço. A concorrência cria uma redução de preço natural e um desenvolvimento maior das empresas atuantes no segmento. Melhores serviços por um preço menor.
Pensando nesse lógica, a bilhetagem eletrônica, também, é um meio eficaz para retroalimentar o sistema, entregando dados e informações para o pilar da Engenharia de Transporte.
Desse modo, para completar a solução, o contrato de prestação de serviço de operação de transporte deve ser vinculado ao quilômetro rodado. Assim, o prestador de serviço ficará responsável pelo cumprimento da rota, sem se comprometer com os riscos de baixa adesão de passageiros em locais específicos, umas vez que a bilhetagem torna-se independente.
Para além disso, uma bilhetagem independente das operadoras de transporte confere novas possibilidades de compra, em sites, bancas, aplicativos, entre outros.
Esse sistema possibilita uma melhor gestão à Prefeitura e mais facilidade na ponta para o cidadão.
BH cresce e avança rumo ao desenvolvimento!
Nessa sexta-feira a pauta foi o Turismo em evento realizado pela Belotur, representada por Marcos Boffa. Com a participação de especialistas do Instituto de Cidades do Futuro de Buenos Aires e Ministério do Turismo o foco do encontro foi falar sobre plano para implementar Destinos Turísticos Inteligentes do Brasil e em especial em Belo Horizonte nos próximos anos. Em ação conjunta com a sociedade civil organizada trabalhando em eixos de governança, inovação, tecnologia, sustentabilidade e acessibilidade poderemos atingir bons resultados. As atividades serão desenvolvidas ao longo de 2022 com a apresentação da proposta final durante a 5ª edição do Seminário Cidades e Destinos Turísticos Inteligentes. Por participar do COMTUR representei a Câmara nessa importante ação da cidade.