Precisamos refletir seriamente sobre a nossa atual capacidade aeroportuária de BH.
Estamos vendo um verdadeiro caos no Rio Grande do Sul pela falta de estrutura do sistema de aviação mais amplo e, com isso, todos sofreram com a falta de agilidade na chegada de forças de segurança, ajuda humanitária, entre outros.
O Prefeito de Bento Gonçalves, inclusive, já está pautando a ampliação de aeroportos em todo o estado, para que situações como essas não se repitam e não fiquem reféns apenas do maior deles, o Salgado Filho.
Enquanto isso, em BH, estão fechando um aeroporto de ótima capacidade, num planalto, em troca de acenos populistas. Esse é o caminho certo para seguirmos? Certamente, não!
Fechou o Aeroporto Carlos Prates para fazer um parque? Mas ele já existe!
O Parque Maria do Socorro Moreira esteve abandonado durante tantos anos a ponto da Prefeitura devolvê-lo à União.
Agora, o discurso vazio é de que a Prefeitura vai revitaliza-lo. Por que só agora em 2024? Precisou fechar um aeroporto de 80 anos para isso?
O prefeito Fuad, junto do deputado federal Rogério Correia, do PT, ignoram os moradores da região e avançam de mãos dadas com Lula em direção ao retrocesso em BH!
Neste momento de tragédia, onde está o outro aeroporto da cidade?
Hoje, o prefeito esteve lá. O mantendo? Não. Anunciando um parque que já existe, porque agora está fechado e virou palanque de promessas eleitorais.
Se o Aeroporto Carlos Prates estivesse aberto, certamente estaria dando suporte ao tráfego aéreo da cidade, bem como ao serviço de socorro de emergência. Aeroporto não se fecha!
Minha solidariedade às famílias das vítimas envolvidas no acidente.
Já imaginou o que é alcançar novas oportunidades através do conhecimento e da aviação? No Aeroporto Carlos Prates isso acontece.
No depoimento, Laysa Peixoto, jovem de Belo Horizonte, de origem humilde, estuda Física e Ciência da Computação na UFMG.
Ela, como muitos outros estudantes das escolas de aviação do Prates, viu na aviação uma oportunidade para mudança de vida.
Laysa fez parte do treinamento da Expedição 36 do Advancer Space da NASA, sendo a única estrangeira no programa e tem o objetivo de ser a primeira brasileira a ir ao espaço. Orgulho para Minas Gerais e para todo o Brasil!
A jovem era uma das alunas de aviação do aeroporto. Ela estudou no local desde o 2º semestre de 2022.
O Carlos Prates forma cerca de mil pilotos por ano, sendo que centenas desses alunos usam o FIES para seguir essa carreira. O aeroporto é um símbolo de esperança para estudantes que, como ela, vieram de um contexto de periferia.
BH não está apenas expulsando investimento. Está expulsando sonhos, oportunidade de mudança de vida e talentos da nossa cidade.
Uma vergonha e um absurdo o que estão fazendo na história de Belo Horizonte. Devolve o aeroporto, Fuad!
Agora, tem vereador inventando narrativas falsas sobre jatinhos no Aeroporto Carlos Prates.
Durante sua operação, o Carlos Prates chegou a receber jatos apenas duas vezes, por ocasião do fechamento do Aeroporto da Pampulha por incidentes ou acidentes aeronáuticos.
Em NENHUM momento jatos ficaram estacionados ou baseados no aeroporto Carlos Prates, exatamente por sua pista que não tem o comprimento adequado para uma operação de jatos.
No entanto, é mais fácil mentir do que entrar no debate público com dados e informações.
Esses são aqueles que pedem o fechamento do aeroporto. Narrativa populista e descomprometida com a verdade.
Nesse último sábado estive presente na manifestação pela manutenção do Aeroporto Carlos Prates organizada pelos moradores do bairro Padre Eustáquio e região.
Foi um momento onde os moradores, população em geral, Associação Voa Prates e defensores do aeroporto se reuniram para pedir a continuidade desse equipamento tão importante para BH.
A Prefeitura tem tomado decisões que não condizem com a realidade e os moradores não estão sendo ouvidos. Sabemos que o “esboço” do projeto apresentado pelo executivo vai impactar drasticamente a região.
Não podemos deixar que manobras eleitoreiras e palanques políticos sejam priorizados em detrimento do desenvolvimento da cidade, dos inúmeros empregos que ali estão e da capacidade de formação e certificação profissional de todo ecossistema que funciona do aeroporto há 80 anos.
Belo Horizonte tem outras áreas vocacionadas para Habitação Popular, distribuídas por todas regionais. Por que não executar o que já vinha sendo pautado antes de surgir essa área como hipótese? Demagogia populista?
Enquanto houver uma chance, estaremos lutando para que Belo Horizonte não retroceda e venha expulsar mais um investimento daqui.
Protocolamos um Projeto de Lei para assegurar o Aeroporto Carlos Prates como aeroporto.
O objetivo deste PL é promover a proteção da área de aproximadamente 500 mil metros quadrados onde hoje localiza-se o aeroporto.
A intenção da Prefeitura é transformar o espaço em um grande bairro, conforme divulgado, com cerca de 4,5 mil moradias, e outros empreendimentos urbanos.
Mas o projeto de urbanização proposto pela Prefeitura tem sido feito sem ouvir todos os envolvidos, e sem analisar o impacto do empreendimento para a região, em especial os moradores dos bairros adjacentes ao aeroporto.
A malha viária e toda a estrutura urbana local não comportam o empreendimento nos moldes propostos.
As políticas de habitação precisam ser continuadas, mas considerando outras áreas da cidade. Queremos que as habitações populares sejam construídas onde de fato estavam previstas na Conferência de Política Urbana.
Por isso, estamos dando voz aos moradores da região e lutando em defesa do desenvolvimento econômico da nossa cidade.
BH não pode retroceder. Queremos o aeroporto como AEROPORTO!
Fui acompanhar de perto a apresentação do plano da Prefeitura para o Aeroporto Carlos Prates. O que vimos? Palanque político, discurso idealista e pouca realidade.
Ninguém conseguiu ouvir nada, projeção péssima, som péssimo. Provavelmente, as pessoas que foram mobilizadas para ir ao evento, saíram sem saber o que aconteceu por lá.
Os moradores do bairro não puderam ser ouvidos, mas quem teve voz e microfone foi o movimento da esquerda que gritava: “com luta, com garra, A CASA SAI NA MARRA!”.
As políticas de habitação precisam ser continuadas, mas considerando outras áreas da cidade. Queremos que as habitações populares sejam construídas onde de fato estavam previstas na Conferência de Política Urbana.
Até o mês de março deste ano não existia esta área do aeroporto. Por que agora estão fazendo populismo de falar em resolver os problemas numa área que vai destruir um equipamento econômico tão importante?
A razão ficou de lado e a lógica também. Afinal, é melhor fazer um aceno político, do que encarar os verdadeiros problemas da nossa cidade.
Muitos não conhecem a realidade do Aeroporto Carlos Prates. Nesse segundo vídeo que fiz lá dentro, eu mostro mais uma área de atuação que está sendo expulsa da nossa cidade.
Quando pensamos apenas no aeroporto nos esquecemos da infinidade de mão de obra especializada que tem dentro do da estrutura.
São trabalhadores competentes, que deram sua vida em buscar conhecimento, mas que agora terão de procurar outras cidades para se estabelecerem e trabalharem.
Belo Horizonte está se tornando especialista em ficar parada no tempo, combatendo a geração de empregos e expulsando investimentos.
Um novo bairro? Esses são os planos para o Aeroporto Carlos Prates?
Se não tem dinheiro para o que realmente precisa, vai ter dinheiro para a construção de um novo bairro? Parece que as prioridades na nossa cidade estão invertidas!
É um completo absurdo ver a Prefeitura brigar por algo que não traz nenhum tipo de benefício para a cidade.
Isso não passa de uma manobra barata e eleitoreira.
A Infraero passou anos administrando o Aeroporto Carlos Prates, produziu números ruins e fez cabide de empregos. Essa é a realidade!
O que ninguém fala é que a viabilidade econômica do Carlos Prates é infinita! Por ineficiência do poder público, argumentos contrários à manutenção do Aeroporto ganham força, mas sem embasamento real.
Neste momento, o que a Associação Voa Prates propõe é um projeto de parceria com a FIEMG, com um alto investimento e um desenvolvimento gigantesco para BH e região.
É o momento certo para deixarmos com quem sabe fazer. A iniciativa privada terá novas e melhores condições de fazer do Prates um polo de tecnologia, inovação e de serviço ao povo mineiro.
Fechar um aeroporto que significa tanto para Belo Horizonte e Minas Gerais é um erro estratégico muito sério.
No Carlos Prates temos desenvolvimento econômico, geração de emprego, inovação, tecnologia, atração de investimentos, além de ensino, conhecimento e capacitação profissional.
A Associação Voa Prates tem um projeto incrível de reativação dos serviços e uma proposta de revitalização do espaço, que prevê a instalação, com recursos da iniciativa privada, de equipamentos que beneficiam a comunidade.
Vamos continuar expulsando investimento de Belo Horizonte? Quero saber a sua opinião. Você apoia a retomada das atividades do Aeroporto? Comente!