Até quando o brasileiro continuará pagando conta da irresponsabilidade do atual desgoverno?
Enquanto Lula e sua equipe esbanjam privilégios e mordomias, o cidadão vê a vida ficando mais cara e o seu dinheiro perdendo valor. O dólar alto é uma dessas consequências ruins.
Mas existe um outro lado da moeda. Na contramão, o governador Romeu Zema lidera pelo exemplo, fazendo de Minas Gerais um estado melhor com gestão de verdade.
Infelizmente, lula e o PT estão levando o país às ruínas, mais uma vez. É o triste resultado do que é a esquerda no poder novamente.
O final do ano chegou, o segundo do atual desgoverno. As promessas são as mesmas, mas o país está pior e a vida mais cara.Sem comprometimento com o básico da economia e com a responsabilidade fiscal para favorecer um projeto de poder, o Brasil segue de mal a pior nas mãos da turma do L.
#dolar#economia#dinheiro#novo30#pt#dinheiropúblico#gastos#responsabilidade#lula#esquerda#liberalismo
Para além dos números e porcentagens, na prática o cidadão sente os efeitos da inflação diretamente no bolso quando pega um ônibus, abastece o carro, vai ao supermercado ou procura uma casa para morar.
No acumulado de 12 meses calculado pelo IBGE, com dados de até maio deste ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de BH e região foi de 5,07%. Já o nacional, de 3,93%.
👇 Quero saber a sua opinião! Você sente que BH se tornou uma cidade cara para viver? Comente!
Depois do aumento da passagem de ônibus, agora vem o aumento do IPTU. O que falta mais?
O aumento de 4,72% no valor do Imposto de 2024 gera uma verdadeira insatisfação nos moradores da capital, que não veem nenhuma melhoria nos serviços públicos pela cidade. Nem o que está previsto em orçamento, a Prefeitura executa.
O que vemos é uma cidade jogada! Transporte coletivo péssimo, sujeira por todo lado, problemas na coleta de lixo, podas atrasadas, asfalto se desfazendo e buracos para todo lado...
E ainda assim, o prefeito derrubou o projeto que impedia o aumento do IPTU para 2024. Pagar um IPTU extremamente caro para não ter retorno nenhum? O cidadão está certo em se indignar.
Empréstimo só com transparência.
Projeto de Lei que busca dar mais clareza aos empréstimos contraídos pela Prefeitura de BH foi aprovado por unanimidade em segundo turno.
Agora teremos mais transparência e a fiscalização se fará mais presente.
Medida eficiente que evitará que a Prefeitura contraia empréstimos sem justificativa consistente.
Sem dúvida, mais respeito e responsabilidade com o dinheiro do cidadão belo-horizontino!
O projeto é assinado por mim, pelas colegas de Bancada do Novo @marcelatropia e @fernandapereiraaltoe e pelo vereador @wilsinhodatabu.
Dinheiro e mais dinheiro. Esta é sempre a solução apresentada para resolver o problema do transporte público em BH.
Mas o problema do sistema não é a falta de dinheiro e sim a falta de gestão.
Onde se tem gestão organizada se tem equilíbrio nas contas.
Temos que discutir formas mais inteligentes para nosso sistema de mobilidade. Novos modelos de transportes, novas formas de bilhetagem e prestação do serviço por quilômetro rodado são algumas das várias ideias que devemos levar à mesa para serem discutidas.
Temos que implantar em Belo Horizonte um sistema de mobilidade dinâmico, inteligente, integrado.
O tempo está correndo e a cidade precisa urgente disso.
Já que o assunto do momento é subsídio para o transporte público, temos que separar a questão emergencial da modelagem ideal para o sistema de mobilidade.
Publiquei uma série de artigos que falam dos problemas do transporte público por ônibus em Belo Horizonte. Neles, mostro alguns pontos de visita sobre o tema e aponto algumas ideias e soluções que poderiam melhorar muito a vida dos usuários dos ônibus.
Um dos temas é o subsídio responsável.
Ele é o complemento que o município pode executar nas finanças do sistema de transporte público, pautado por uma reserva orçamentária, que vai bancar a diferença entre o custo total da operação em relação à receita arrecadada naquele período.
Essa diferença, ou seja, o subsídio, deve ser temporária, enquanto os ajustes no custo total do sistema (racionalização de linhas e quadros de horários) ou nas receitas totais (política de preços e gratuidades) sejam revistos em prol do reequilíbrio.
O projeto de lei 141/2021 que institui a transparência em obras públicas em Belo Horizonte será votado em 2º turno na Câmara Municipal.
Será no dia 03 de maio, terça-feira, às 15 horas.
De autoria do vereador Braulio Lara, a Política de Transparência nas obras públicas da capital mineira quer estabelecer uma relação de cunho cooperativo entre a administração pública e o cidadão com informações consolidadas a respeito de todas as obras públicas que tenha o município como contratante.
Vale lembrar que em 1º turno o projeto foi aprovado com 37 votos SIM!
O pagador de impostos tem que ter garantido o acesso as informações necessárias para que exerça seu direito de fiscalização do gasto público.
Nas reuniões extraordinárias dessa segunda-feira, 27 de setembro, quatro importantes projetos foram apreciados e aprovados em 2º turno pelo plenário da Câmara Municipal de Belo Horizonte.
* Projeto de Lei 81/2021, que dispõe sobre a carreira e benefícios de alguns servidores do município. Em suma, o projeto garante o pagamento do piso salarial aos agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACE) na capital mineira.
* Projeto de Lei 97/2021, que cria incentivos para a regularização tributária e para a retomada da atividade econômica em BH.
* Projeto de Lei 159/2021, que institui o programa Auxílio Belo Horizonte, para o enfrentamento das consequências sociais e econômicas da pandemia da covid-19. Os pagamentos podem chegar até R$400 durante seis meses dependendo do enquadramento familiar.
* Projeto de Lei 160/2021, que extingue a BHTrans e cria a SUMOB (Superintendência de Mobilidade). Ela terá autonomia orçamentária, financeira, técnica, funcional, administrativa e vai poder emitir multas de trânsito.
Os quatro projetos vão para redação final e posteriormente serão encaminhados para o prefeito Kalil, que pode sancionar ou vetar as proposições.
Na tarde desta terça-feira, 14 de setembro, o plenário da
Câmara Municipal de BH aprovou por unanimidade, em primeiro turno, o projeto de
lei que cria o Auxílio Belo Horizonte. Votamos uma emenda substitutiva que
aumentou de 160 milhões (proposta da prefeitura) para cerca de 240 milhões
(proposta da CMBH). Essa diferença de quase 80 milhões será arcada pelo
legislativo da capital mineira oriundos das economias deste ano de 2021.
De acordo com Braulio Lara, este projeto é muito importante
para Belo Horizonte. Ele lembrou que tudo isso que estamos passando é efeito da
pandemia e que ao longo deste tempo muita gente ficou em casa e o comércio
fechado. “Esta era uma tragédia anunciada, pois a economia foi deixada de lado.
Temos que dar este socorro às pessoas que estão passando dificuldades. Agora
nossa cidade tem que engajar e lutar de forma veemente por uma retomada
econômica, onde todos possam ter emprego e renda”, idealiza o parlamentar.
ENTENDA
A prefeitura havia encaminhado projeto concedendo R$ 600 pagos
durante seis meses a famílias inscritas no CadÚnico e algumas categorias
atendidas por políticas públicas do município, além de mais R$ 100 mensais por
família com estudante matriculado na rede pública municipal de educação a ser
concedido até a regularização da oferta da alimentação escolar.
Com o incremento da Câmara Municipal houve algumas mudanças no
benefício. Além dos dois valores já previstos, foram adicionados mais R$ 600 a
serem pagos durante seis meses para famílias em situação de pobreza, além de R$
1.200 a serem pagos no mesmo período para as famílias em extrema pobreza.
Como os benefícios podem ser cumulativos, uma família em extrema
pobreza que receberia no máximo R$ 200 no mês se tivesse filho matriculado na
rede pública, pode passar a receber R$ 400 em um mês. No final do benefício,
sem contabilizar o auxílio relacionado à alimentação, esse mesmo grupo social
pode receber R$ 1.800 em vez de R$ 600.
O auxílio vai ser concedido ao responsável pela unidade
familiar, conforme os cadastros sociais.
Série de reportagens especiais aborda a realidade do transporte público da capital mineira.
No primeiro episódio, são mostradas algumas famílias que há décadas comandam grandes frotas na capital. E passaram para os filhos não só os lucros, mas toda a estrutura, difícil de ser mudada.
O empresário Roberto José Carvalho, dono da Rodopass, ficou em silêncio durante toda oitiva da CPI da BHTrans desta quarta-feria, 7 de julho.
Um vídeo apresentado na CPI mostrou o empresário entregando muito dinheiro a um homem que na época era presidente do sindicato dos motoristas e cobradores.
A Comissão apontou vários indícios de que despesas pessoais da família do empresário tenham sido incluídas na tarifa do transporte público de Belo Horizonte.
Muitos documentos da contabilidade da empresa que incluem notas fiscais de serviços contratados para o casamento de uma parente do empresário no valor de R$ 45 mil e despesas com escola de familiares na ordem de R$ 2,2 milhões, que teriam sido pagos pelo caixa da Rodopass.