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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

A FISCALIZAÇÃO desta semana foi na ESTAÇÃO BARREIRO

 A fiscalização desta vez foi na Estação Barreiro.

Fui conversar com os usuários do transporte público, com os funcionários da estação e com os motoristas dos ônibus.

Após o pagamento da primeira parcela do subsídio a fiscalização deve ser intensificada, pois o compromisso das empresas é de entregar um transporte melhor para os usuários.


FUI até a ESTAÇÃO BARREIRO fiscalizar o transporte público por ÔNIBUS


Nessa quarta-feira, 3 agosto, visitei a Estação Barreiro. Fui conversar com os usuários do transporte público, com os funcionários da estação e com os motoristas dos ônibus. Após o pagamento da primeira parcela do subsídio a fiscalização deve ser intensificada, pois o compromisso das empresas é de entregar um transporte melhor para os usuários.

 

sexta-feira, 29 de julho de 2022

ITATIAIA: Vereador Braulio Lara FISCALIZA o cumprimento do ACORDO entre PBH e empresas de ônibus

 

Nesta sexta-feira, 29 de julho, o vereador Braulio Lara (Novo) visitou a estação Vilarinho para conversar com os usuários do transporte público por ônibus e saber se algo mudou após o início do acordo entre a PBH e as empresas de ônibus. A Rádio Itatiaia esteve presente e conferiu de perto a fiscalização feita pelo vereador Braulio Lara. Confira.

quarta-feira, 20 de julho de 2022

Criar de canais de comunicação para facilitar a fiscalização do serviço prestado

 


Você sabia que a criação de canais de comunicação para facilitar a fiscalização do serviço prestado é um dos itens do acordo entre a prefeitura Belo Horizonte e as concessionárias que operam o transporte público por ônibus na capital? 🚌
O telefone para denúncias é: 31 98472 5715.
Fiscalizarei todos os pontos firmados entre as partes. 🤝

Fiscalize você também. 🧐

Quer saber quais são os outros itens? Acesse o link a seguir: https://www.brauliolara.com.br/2022/06/subsidio-para-o-transporte-publico.html

quarta-feira, 13 de julho de 2022

AUMENTO de RECEITAS com propagandas nos ônibus

 


Você sabia que o AUMENTO de RECEITAS com propagandas nos ônibus é um dos itens do acordo entre a prefeitura Belo Horizonte e as empresas que operam o transporte público? 🚌

Fiscalizarei todos os pontos firmados entre as partes. 🤝

Fiscalize você também. 🧐

Quer saber quais são os outros itens? Clique aqui.


 

sexta-feira, 13 de maio de 2022

André Dantas, Presidente da SUPERINTENDÊNCIA DE MOBILIDADE

 Entrevista de André Dantas presidente da SUMOB, Superintendência de Mobilidade de Belo Horizonte, para a Rádio Itatiaia em 13/05/2022.

Você sabe o que é o subsídio responsável no transporte público?

 


Já que o assunto do momento é subsídio para o transporte público, temos que separar a questão emergencial da modelagem ideal para o sistema de mobilidade.

Publiquei uma série de artigos que falam dos problemas do transporte público por ônibus em Belo Horizonte. Neles, mostro alguns pontos de visita sobre o tema e aponto algumas ideias e soluções que poderiam melhorar muito a vida dos usuários dos ônibus.

Um dos temas é o subsídio responsável.

Ele é o complemento que o município pode executar nas finanças do sistema de transporte público, pautado por uma reserva orçamentária, que vai bancar a diferença entre o custo total da operação em relação à receita arrecadada naquele período.

Essa diferença, ou seja, o subsídio, deve ser temporária, enquanto os ajustes no custo total do sistema (racionalização de linhas e quadros de horários) ou nas receitas totais (política de preços e gratuidades) sejam revistos em prol do reequilíbrio.

Leia o artigo completo aqui.

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Precisamos de subsídio no transporte público?


Quando falamos de subsídio, a primeira pergunta que deve ser fazer é: quem vai pagar a conta? Hoje, quem paga pelo transporte é quem usa o transporte. Empregadores, que pagam a maior parte, autônomos, estudantes e demais cidadãos. As empresas de ônibus, por meio de licitação, se habilitaram a adquirir o direito de explorar esse serviço público. Assim, em 2008, após “vencerem” a licitação, pagaram uma outorga ao município e começaram a explorar a atividade. Vale lembrar, que a CPI da BHTrans demostrou diversos indícios de fraude no processo de licitação o que hoje é objeto inclusive de ação do Ministério Público para anular os contratos celebrados na época.

Mas se quem paga são os usuários, por que a Prefeitura se interessa em custear parte desta receita das empresas de ônibus? A resposta é simples: querem criar um efeito de redução de preço de passagem, mas que na verdade apenas está mudando a forma com a qual o cidadão paga a conta. Porém, o que é mais assustador é que essas tratativas, feitas às portas fechadas, sem nenhuma transparência, nunca priorizam o usuário em si. Os ônibus seguem cheios, horários reduzidos e diversos outros problemas na prestação do serviço. E então vem a questão: precisamos mesmo de subsídio no transporte público?

Por outras experiências observadas em outros locais do mundo, o subsídio é trabalhado como um mecanismo de ajuste entre receitas e despesas do sistema de transporte público. Apoiadores dessa proposta defendem que a disponibilidade do transporte público ao cidadão pagador de impostos, sendo ou não usado por esse, tem custos e que precisam, portanto, recair sobre toda a sociedade. Pode fazer sentido e é um bom debate. Mas como pedir para o cidadão um voto de confiança nesse “modus operandi” que já há décadas coloca o usuário mais como refém do que como cliente? Refém da falta de conforto nos ônibus, na imprevisibilidade dos horários, na não cobertura de todo o território e principalmente nos altos custos da passagem?

A Prefeitura já demonstrou seu interesse em subsidiar as empresas de transporte. Fez isso de forma ilegal, fazendo se passar por um adiantamento de vale-transporte dos trabalhadores do poder público municipal, injetando R$ 220 milhões no sistema durante a pandemia e apontado pelas CPIs da BHTrans e da Covid. Não satisfeita, a Prefeitura enviou recentemente para a Câmara de Vereadores projeto para garantir R$ 156 milhões anuais (projeto que foi devolvido por motivos técnicos, mas que retornará em breve) para as empresas de ônibus.

O subsídio tem que ser feito de forma responsável. Para que ele venha a funcionar é fundamental que o atual contrato de concessão seja encerrado na forma que está e um novo formato de governança seja estabelecido para garantir a qualidade de serviço ao cidadão. Separar o sistema de bilhetagem do sistema de prestação de serviço de transporte para dar mais transparência ao processo e principalmente, permitir que o poder público, representando a sociedade, ajuste as políticas públicas, a fim de estabelecer formas mais inteligentes da arrecadação das tarifas de transporte. E para dar segurança ao prestador de serviço de transporte, desvincular seu faturamento da catraca ou roleta, e passar para um indexador vinculado ao quilômetro rodado e ao cumprimento dos indicadores de qualidade.

Solução tem! Podemos ter subsídio sim! Mas o importante é formatar um modelo que funcione e que os usuários sejam tratados como clientes e que estejam no centro da discussão. Alguns esquecem, mas quem paga a conta é o cidadão! E esse merece respeito!


Braulio Lara – ver.brauliolara@cmbh.mg.gov.br - @brauliolaranovo – (31) 99553-9951


quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Qual impacto frente aos servidores da BHTrans com a criação da Sumob?

Audiência pública realizada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário da Câmara Municipal, nesta quinta-feira, 11 de novembro, discutiu o impacto frente aos servidores da BHTRANS com a criação da Superintendência de Mobilidade do Município de Belo Horizonte (SUMOB).

Assista.

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Importantes projetos de lei são aprovados na Câmara Municipal de BH



Nas reuniões extraordinárias dessa segunda-feira, 27 de setembro, quatro importantes projetos foram apreciados e aprovados em 2º turno pelo plenário da Câmara Municipal de Belo Horizonte.

* Projeto de Lei 81/2021, que dispõe sobre a carreira e benefícios de alguns servidores do município. Em suma, o projeto garante o pagamento do piso salarial aos agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACE) na capital mineira.

* Projeto de Lei 97/2021, que cria incentivos para a regularização tributária e para a retomada da atividade econômica em BH.

* Projeto de Lei 159/2021, que institui o programa Auxílio Belo Horizonte, para o enfrentamento das consequências sociais e econômicas da pandemia da covid-19. Os pagamentos podem chegar até R$400 durante seis meses dependendo do enquadramento familiar.

* Projeto de Lei 160/2021, que extingue a BHTrans e cria a SUMOB (Superintendência de Mobilidade). Ela terá autonomia orçamentária, financeira, técnica, funcional, administrativa e vai poder emitir multas de trânsito.

Os quatro projetos vão para redação final e posteriormente serão encaminhados para o prefeito Kalil, que pode sancionar ou vetar as proposições.

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Remuneração de operadores, novas tecnologias e bilhetagem eletrônica em debate na Câmara de BH

Nesta quinta-feira, 16 de setembro, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário realizou audiência pública que discutiu a bilhetagem eletrônica, remuneração de operadores e tecnologias.

Esta é mais uma etapa do Grupo de Estudo “Mobilidade BH“ que está debatendo os atuais e possíveis novos modais, a infraestrutura e a implantação de tecnologias e ações para melhoria do serviço de transporte, ou seja, a reformulação da estrutura e do modelo de mobilidade urbana e transporte público de Belo Horizonte.

Assista: