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quarta-feira, 9 de março de 2022

Refinanciamento de dívidas do Fies tem descontos até 92%



Desde segunda-feira, 7 de março, quem tem contratos firmados até 2017 com instituições financeiras credoras para Financiamento Estudantil (Fies) pode pedir o refinanciamento da dívida. Por lei, os bancos serão obrigados a conceder descontos que podem variar entre 12% e 92%.

O saldo devedor poderá ser parcelado em até 150 vezes, a depender da situação.

As condições e o percentual de desconto variam de acordo com o perfil de cada aluno e com o tempo de atraso no pagamento.

A estimativa é de 548 mil estudantes com atraso de mais de 360 dias no pagamento do Fies se enquadrem nessa categoria.

Interessados já podem consultar o site www.caixa.gov.br para fazer a solicitação.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

EDUCAÇÃO É ESSENCIAL

Educação é Prioridade

 


Vamos fazer uma corrente do bem pela educação em Belo Horizonte. 

A Câmara Municipal de BH votará em segundo turno o Projeto de Lei 103/2021 que reconhece a educação como essencial na capital mineira.

Sabemos o quão inseguros estão nossos estudantes com as decisões desastrosas que a prefeitura vem tomando com o setor educacional em nossa cidade.

Educação é prioridade e temos que colocá-la em primeiro lugar.

São necessários 28 votos favoráveis ao projeto para que seja aprovado e vire Lei em BH.

Contamos com todos vocês, nesta corrente em favor da educação.

Faça contato com os vereadores e peça que votem sim ao PL 103/21.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

VITÓRIA DA EDUCAÇÃO

 


A Prefeitura de BH perdeu a batalha na justiça e amanhã, quarta-feira, os alunos de cinco a 11 anos poderão voltar às aulas.

O Tribunal de Justiça, através da desembargadora Maria Inês Souza, indeferiu o pedido de efeito suspensivo do executivo municipal. Em seu despacho afirmou que “a manutenção dos efeitos do Decreto 17.586/2022, de outro lado, implica em perigo de dano inverso às crianças, as quais permanecerão privadas do direito fundamental à educação”.

Uma vitória de mães, pais, Ministério Público e entidades ligadas à educação que após mobilização e muita pressão conseguiram reverter a decisão arbitrária da prefeitura.

Quem sai ganhando, sem dúvida, são os alunos que aguardavam ansiosos por essa volta.