Mostrando postagens com marcador aumento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aumento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de junho de 2022

FOME dobra no Brasil em dois anos; a política do FIQUE EM CASA está aparecendo e a conta chegando

 

Aproximadamente 33,1 milhões de brasileiros passam fome no Brasil em 2022, ou seja, estão sujeitos à insegurança alimentar grave. O número equivale a 15,2% da população do país. Os dados são do 2º Inquérito Nacional Sobre Segurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, divulgado nesta quarta-feira (08/06) pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional). O estudo, executado pelo instituto Vox Populi, mostra que esse número quase dobrou em relação a 2020, atingindo 14 milhões de pessoas a mais. Dados do Ipea (Instituto de Pesquisa econômica Aplicada) mostram que em 1993 o país tinha 32 milhões de pessoas passando fome. Isso quer dizer que a fome no Brasil em 2022 se equipara à fome do Brasil de quase 30 anos antes. Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/extra/2... Fonte: Nexo Jornal Vídeo gravado em 08/06/2022

quarta-feira, 6 de abril de 2022

AUMENTO DA PASSAGEM: PBH precisa recorrer da decisão judicial

"Não dá para falar em aumento das tarifas sem antes falar do descumprimento do contrato por parte das empresas de ônibus."

Aumento das tarifas dos ônibus sem que antes sejam apresentados os cálculos é inviável. A prefeitura tem que recorrer da liminar concedida pela justiça que autoriza o aumento das passagens. Não dá para falar em aumento das tarifas sem antes falar do descumprimento do contrato no que diz respeito ao atraso dos ônibus, ausência de linhas, má conservação dos veículos e demais problemas que aparecem quase todo dia. É a hora de todas as partes envolvidas no assunto sentarem à mesa e trazer a transparência para essas contas. A revisão do contrato do transporte público por ônibus é urgente, pois se não está bom para nenhuma das partes (passageiro, prefeitura e empresas de ônibus) por que continuar com ele?