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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Tem buraco aí na sua rua!? Tem buraco aí na sua rua!?

 


Nesse vídeo, eu explico, de modo simples, como você pode contribuir para que nossa BH esteja mais organizada, segura e sem buracos. O período chuvoso começou e sabemos que as ruas e avenidas são duramente impactadas por isso, mas, com poucos cliques, você pode ajudar um problema a virar solução. Assista e colabore com nossa cidade!

sábado, 14 de maio de 2022

Reunião com moradores do bairro Ouro Preto

Neste sábado, 14 de maio, estive presente em uma reunião com moradores do bairro Ouro Preto. Na pauta a perturbação sonora por parte dos bares da região da avenida Fleming e a falta de fiscalização por parte do poder público.

Esta é uma pauta antiga da comunidade.

Desde 2018 estamos trabalhando um projeto que foi apresentado no final de 2019 em um seminário na Sociedade Mineira de Engenheiros. A minuta ja está pronta e contempla moradores, comerciantes e empresários de toda cidade.

Com a chegada do prefeito @fuad_noman a minuta foi reenviada ao executivo.

O que não podemos deixar de lado é este problema que incomoda muitos cidadãos em diversas regiões de BH.



sexta-feira, 5 de novembro de 2021

VIDEO - Especialista apresenta mapeamento e sugere ações para pessoas em situação de rua

Para serem efetivas, políticas para quem está nas ruas precisam dar voz a este segmento da população. Inclusão exige ações coordenadas.

O grande número de homens e mulheres vivendo nas ruas de BH, debaixo de viadutos e marquises, em tendas improvisadas ou ao relento, que aumentou significativamente com os impactos da pandemia, revela uma situação triste e perturbadora para quem transita na cidade. Dando prosseguimento à busca de caminhos para a superação dessa condição, garantindo o acesso a serviços e direitos básicos e a inclusão social e profissional dessas pessoas, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário recebeu, nesta quinta (4/11), o pesquisador e ativista da “linha de frente”, Tiago Azevedo, que apresentou dados colhidos no contato direto com um grande número de indivíduos em situação de rua. O georreferenciamento, a movimentação dessas pessoas no espaço urbano e o mapeamento do perfil considerando as diferentes realidades e demandas vão orientar os próximos passos do Grupo de Trabalho (GT) “BH Sem Morador de Rua”, criado pelo colegiado. Diante da complexidade da questão, o requerente da audiência defendeu a coordenação de ações do poder público, entidades do 3º setor e empresas privadas.
Confira a audiência pública abaixo:

Especialista apresenta mapeamento e sugere ações para pessoas em situação de rua

Para serem efetivas, políticas para quem está nas ruas precisam dar voz a este segmento da população. Inclusão exige ações coordenadas 


O grande número de homens e mulheres vivendo nas ruas de BH, debaixo de viadutos e marquises, em tendas improvisadas ou ao relento, que aumentou significativamente com os impactos da pandemia, revela uma situação triste e perturbadora para quem transita na cidade. Dando prosseguimento à busca de caminhos para a superação dessa condição, garantindo o acesso a serviços e direitos básicos e a inclusão social e profissional dessas pessoas, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário recebeu, nesta quinta (4/11), o pesquisador e ativista da “linha de frente”, Tiago Azevedo, que apresentou dados colhidos no contato direto com um grande número de indivíduos em situação de rua. O georreferenciamento, a movimentação dessas pessoas no espaço urbano e o mapeamento do perfil considerando as diferentes realidades e demandas vão orientar os próximos passos do Grupo de Trabalho (GT)
 “BH Sem Morador de Rua”, criado pelo colegiado. Diante da complexidade da questão, o requerente da audiência defendeu a coordenação de ações do poder público, entidades do 3º setor e empresas privadas.

Antes de passar a palavra ao convidado, Bráulio Lara (Novo), proponente e relator do GT, lamentou a ausência da secretária municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra Colares, que não compareceu e não enviou representante à audiência. O vereador reafirmou que a complexidade da questão exige o envolvimento e cooperação de outros setores além da assistência social, como saúde, qualificação profissional, geração de emprego e renda e programas habitacionais; além da superação da situação de rua, o objetivo central do Grupo é oferecer uma “porta de saída” efetiva que permita a essas pessoas resgatar a dignidade e encontrar um caminho, evitando que retornem para as ruas. A “longa jornada” a ser percorrida no tratamento de todos os aspectos da questão, segundo ele, exige a criação de uma verdadeira força-tarefa. Lara celebrou o avanço e o reconhecimento da cidade ao trabalho do GT, que vem atraindo o interesse de pessoas que querem acompanhar, agregar e trazer ideias e sugestões.

Uma das pessoas que procurou o Grupo e ofereceu-se para contribuir, o professor e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Tiago Azevedo, integrante da regional mineira da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA-Brasil), foi convidado pela comissão para apresentar os dados obtidos durante sua atuação, entre 2016 e 2019, no Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS) da rede de Assistência Social da Prefeitura de BH, conveniada com a entidade. Segundo ele, a coleta direta de informações no contato direto com as pessoas que estão na rua por diversas razões supera a metodologia adotada em estudos da área, que identificam elementos comuns que embasam teorias, mas não refletem as diferentes realidades e demandas; o cruzamento e tratamento desses dados, nunca antes obtidos em Belo Horizonte, possibilitam a criação de políticas públicas mais efetivas.

Perfis, necessidades e deficiências

Especializado em gestão e monitoramento de dados, Tiago participou da reestruturação e aperfeiçoamento do Sistema de Informação e Gestão de Políticas Sociais (SigPS) da PBH, que passou a fazer o planilhamento dos dados. As conversas diretas com pessoas em situação de rua com diferentes histórias, realidades e necessidades - “cada indivíduo um universo” - resultam em dados mais precisos; porém, o padrão e os critérios estabelecidos e “engessados” do Sistema burocratizam o processo, dificultando o atendimento de demandas específicas que “não estão escritas em nenhum manual”. Em relação ao quantitativo estimado em 9 mil pessoas, ele ponderou que esse número é baseado no CadÚnico, formado por pessoas que se autodeclaram em situação de rua para ter acesso a políticas públicas e pode não refletir a realidade. O convidado apresentou mapas que ilustram o deslocamento de sem-teto e áreas com maior concentração desse grupo. Segundo o pesquisador, tais áreas são as mais populosas, próximas a comércios e grandes avenidas. Além disso, ele apontou a localização de equipamentos públicos da Prefeitura - abrigos, albergues e casas de acolhimento - e explicou que, além do número insuficiente de vagas, o acesso é dificultado por distância e limitações de horário.

A apuração das diferentes demandas para um encaminhamento mais adequado e definição do melhor caminho a ser traçado deve, de acordo com Tiago Azevedo, ser obtida através da busca ativa, acompanhamento sistemático, escuta qualificada e identifição dos diferentes perfis - faixa etária, sexo, gênero, orientação sexual - também constantes no estudo apresentado. Outro aperfeiçoamento citado pelo pesquisador foi a descentralização das equipes de abordagem, serviços e atendimentos, coordenados e prestados pelo Centro de Referência em Assistência Social (CREA) de cada regional.

Envolvimento da sociedade

A descontinuidade das ações do poder público em razão da burocracia e lentidão do sistema, que não oferece a porta de saída definitiva por meio de políticas de moradia e inserção profissional, leva muitos atendidos a desistir e voltar à situação anterior, amparando-se muitas vezes no álcool e nas drogas para amenizar a dor, a fome e o frio. Segundo o pesquisador, a rede assistencial formada por órgãos públicos, entidades e a própria comunidade, que oferece agasalho e alimento, pode e deve ser fortalecida através da conscientização da sociedade sobre a importância desse trabalho e da contribuição de cada um para assistir, encaminhar e incluir essas pessoas em vez de chamar as autoridades para removê-las das praças e calçadas. Para reforçar a proteção e atendimento dos necessitados, especialmente os recém-chegados às ruas, que não estão familiarizados com o ambiente hostil e não conhecem as opções de abrigamento e assistência, pode-se cruzar os dados de georreferenciamento com a localização de igrejas, entidades filantrópicas e comunidades terapêuticas, por exemplo, ampliando e facilitando o acesso a serviços.

Em relação à observação do vereador Gilson Guimarães (Rede) sobre pessoas que não querem deixar as ruas, Tiago assegurou que realmente existem, mas que a sensação de liberdade alegada por elas é aparente e falsa, pois a vida nas ruas é marcada pela falta de dignidade, privacidade e segurança. Para garantir o direito de todos à cidade, é preciso marcar a diferença entre ocupar e residir, encorajando o uso cultural e de lazer dos espaços públicos sem prejudicar o direito de usufruto do restante da população. Sobre a facilitação do retorno à cidade de origem, ele informou que existe o Plantão do Migrante na Rodoviária, que concede passagens gratuitas até 30 dias a partir da chegada. A passagem também pode ser oferecida na rede de assistência se for o desejo da pessoa, avaliando-se antes se a pessoa possui família para acolher ou vínculos sociais no local de destino.

Respondendo pergunta de Wesley (Pros), presidente da comissão, sobre o atendimento a dependentes químicos nos serviços de saúde mental (Cersams) da Prefeitura, alvo de críticas da Associação Mineira de Psiquiatria, o convidado declarou-se inapto para avaliá-lo por ter pouco conhecimento dos trabalhos e dos serviços prestados nesses equipamentos. Comentando a ausência da Prefeitura, mais uma vez, numa audiência da Casa, o presidente lamentou ter que adotar esta posição mas afirmou aos colegas a disposição de utilizar o instrumento da convocação na próxima ocasião.

Integração e coordenação de ações

Além do eixo “atendimento e encaminhamento social”, os trabalhos do GT incluem “revitalização de centralidades e bairros degradados”, “fomento do turismo em regiões específicas” e reinserção no mercado de trabalho”, demandando o envolvimento de diversos órgãos e setores para a abordagem ampla e integral do problema e busca de soluções efetivas e definitivas. Nessa perspectiva, o relator questionou se existe integração entre os atores envolvidos com os diferentes aspectos, como a Guarda Municipal, Polícia Militar, Ministério Público, serviços de assistência social, saúde mental, limpeza urbana. Tiago informou que o diálogo não é recorrente, ocorrendo apenas quando são realizados GTs ou ações específicas em que um órgão é acionado para dar suporte ao outro. Ele ressaltou, porém, que qualquer diálogo e decisão referente ao tema deve incluir obrigatoriamente a escuta e a participação dos interessados: “Não falem de mim e por mim sem mim”, é o lema da categoria.

Bráulio salientou que o GT não é de cunho higienista, como muitos chegaram a pensar, e criticou a atitude da Prefeitura ao não apresentar dados, ações e resultados sobre a questão, passando a percepção de que nada está sendo feito. Os relatórios disponibilizados nas fontes oficiais, segundo ele, são incompletos e não são gerenciais, pois a falta de cruzamento e tratamento dos dados não permite enxergar o mapa amplo e detalhado dessa população, prejudicando o avanço no tratamento da questão. Para exemplificar, ele citou a falta de interação da Prefeitura com os dados obtidos no Projeto Canto da Rua, que atendeu mais de 8.000 pessoas durante a pandemia e foi desativado neste semestre. Segundo o parlamentar, é necessário que o Município dialogue com os envolvidos, mas que oriente e coordene as ações, em vez de “deixar soltas” as diferentes ideias e iniciativas.

Fonte: Superintendência de Comunicação Institucional da CMBH

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Levantamento e mapeamento das pessoas em situação de rua em BH

Resgatar a dignidade das pessoas que estão em situação de rua e garantir sua reinserção na sociedade através do trabalho.


Nesta quinta, 04/11, a partir das 13h30, audiência pública requerida pelo vereador Braulio Lara vai apresentar e mapear levantamento de dados e possíveis soluções para atender às pessoas em situação de rua, contexto crescente em Belo Horizonte. A população pode participar do debate enviando perguntas, comentários e sugestões por meio de formulário eletrônico.

Esta é mais uma etapa do Grupo de Estudo “BH SEM MORADOR DE RUA” que está debatendo e apontando soluções para resgatar a dignidade das pessoas que estão em situação de rua e garantir sua reinserção na sociedade através do trabalho.

Para acompanhar a reunião basta acessar o site https://www.cmbh.mg.gov.br/comunicacao/tv-camara/ao-vivo-2 e clicar em “Assista” Plenário Camil Caram.

Participe com a gente!


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Maira Colares, secretária de assistência social, fala as ações da PBH com pessoas em situação de rua

Maira Colares, secretária de assistência social e cidadania da prefeitura de BH, traz na 32ª Reunião Ordinária da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário um panorama das ações da PBH para as milhares de pessoas em situação de rua em nossa cidade.

Data: 14/10/2021

 

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Maíra Colares, Secr. Mun. Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania [CPI DA COVID EM BH]

Assunto: Oitiva - Finalidade: Intimar a Secretária Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra da Cunha Pinto Colares, na condição de testemunha, para prestar informações gerais pertinentes à atuação/omissão e à utilização de recursos públicos pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, no contexto de enfrentamento à Covid-19.

16ª Reunião - Comissão Parlamentar de Inquérito - Covid-19
Data: 19/08/2021