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terça-feira, 21 de outubro de 2025

Sancionada lei que aumenta pena para roubo e furto de cabos elétricos e de telefonia

A pena para quem rouba cabos de energia ou telefonia pode chegar a 15 anos de prisão. É o que prevê a nova Lei 15.181/25, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (29).

Pelo Código Penal, a pena para crime de roubo vai de quatro a dez anos de reclusão. A Lei 15.181/25 cria agravantes quando o crime envolver equipamentos de energia, telefonia, transferência de dados ou transporte ferroviário e metroviário. Nesse caso, a punição é aumentada de um terço à metade. Na prática, pode chegar a 15 anos de prisão.


Para o caso de furto, o Código Penal prevê reclusão de um a quatro anos. Com a nova lei, se o crime envolver cabos de energia, telefonia, dados ou transporte ferroviário e metroviário, a pena sobe: vai de dois a oito anos. A mesma punição vale para quem furtar qualquer bem que comprometa o funcionamento de órgãos públicos ou privados que prestem serviços essenciais.

Receptação
A nova lei também cria agravantes para o crime de receptação. A pena prevista de um a quatro anos pode ser aplicada em dobro se a receptação for de fios, cabos ou equipamentos usados em serviços de energia, telefonia, transmissão de dados ou transporte.

A lei ainda pune empresas contratadas pelo poder público que utilizem em serviços de telecomunicação fios ou cabos furtados ou roubados. Elas ficam sujeitas a advertência, multa, suspensão temporária, caducidade e declaração de inidoneidade. A Lei 15.181/25 considera clandestinas as atividades desenvolvidas com a utilização de equipamentos que sejam produto de crime.

Vetos
A nova lei é resultado do Projeto de Lei 4872/24 (originado do PL 5845/16), aprovado em julho pela Câmara dos Deputados. O texto é do deputado licenciado Sandro Alex (PR).

O Poder Executivo vetou dois dispositivos. O primeiro autorizaria a suspensão do serviço prestado por empresas afetadas por furto ou roubo de cabos. De acordo com o texto aprovado por senadores e deputados, “o eventual descumprimento de obrigação regulatória” nesses casos não seria motivo para a abertura de processo administrativo.

Mas, para o Poder Executivo, a medida contraria o interesse público. “Aumentaria o risco regulatório ao impor, de forma ampla e automática, a suspensão de obrigações regulatórias e a desconsideração de indicadores de qualidade em decorrência de eventos de roubo ou furto, o que compromete os incentivos à melhoria contínua da qualidade e da segurança do abastecimento”, justifica a mensagem de veto encaminhada ao Congresso Nacional.

O segundo ponto vetado alterava a Lei 9.613/98, que trata dos crimes de lavagem de dinheiro. A legislação em vigor prevê pena de três a dez anos para quem ocultar ou dissimular a origem ou propriedade de bens e valores provenientes do crime.

Pelo PL 4872/24, a punição seria de dois a doze anos. Segundo o Poder Executivo, a mudança “significaria enfraquecimento do arcabouço legal brasileiro no combate a essas atividades ilícitas”.


Fonte: Agência Câmara de Notícias

Com informações da Agência Senado

sábado, 23 de outubro de 2021

220 MILHÕES PARA OS DONOS DE EMPRESAS DE ÔNIBUS! É ISSO MESMO KALIL?

 As CPI´s estão apurando os fatos: Kalil deu dinheiro para as empresas de ônibus de forma ilegal!

O prefeito tem o mandato, mas não um cheque em branco. Ele não pode fazer o que bem entender com o dinheiro que é da cidade, que é público. R$ 220 milhões é um recurso muito alto que foi repassado aos donos das empresas de ônibus de BH. Com este dinheiro dava para fazer muita coisa em nossa cidade e aplicar em áreas prioritárias. E a desculpa é que era para os ônibus circulassem com menos pessoas. E o que vimos foram ônibus lotados em toda a pandemia. A administração pública implica em processos que o prefeito tem que seguir. Se ele queria era dar um subsídio, deveria ter encaminhado lei à Câmara Municipal. As CPI’s DA CAIXA PRETA DA BHTRANS e da COVID-19 estão revelando o lado obscuro do poder executivo de Belo Horizonte. Vamos dar transparência a tudo que está acontecendo, fazer uma conclusão contundente de todo o processo e apresentar para os cidadãos o que eles esperam. Video gravado durante a 35ª Reunião da CPI DA CAIXA PRETA DA BHTRANS em 22/10/2021.

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Kalil se defende de acusações: "o que é crime?"

 Entrevista do prefeito Kalil ao jornalista José Luiz Datena no MANHÃ BANDEIRANTES, na Rádio Bandeirantes.

Data: 22/10/2021.

 

Ex assessor divulga áudio de Alexandre Kalil sobre BHTRANS

 Polêmica na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Hoje durante reunião da CPI da Covid-19, o ex-chefe de gabinete do prefeito, Alberto Lage, divulgou uma gravação de áudio do prefeito Alexandre Kalil. O trecho seria parte de uma reunião realizada no dia 18 de agosto em que Kalil orienta Alberto Lage a não depor na CPI da BHTrans.

E essa polêmica toda num momento em que o prefeito tem até amanhã para se manifestar sobre a extinção da BHTRANS e criação de uma superintendência em seu lugar. A empresa pública e a autarquia, porém, podem coexistir por até 15 anos. O benefício efetivo dessa mudança para o cidadão da capital ainda não está claro. Jornal Minas da Rede Minas em 21/10/2021

Áudio vazado complica Kalil e vereadores falam em impeachment

Assista ao comentário de Os Pingos nos Is (Jovem Pan)

Data: 21/10/2021